Dias 237 a 239 – Trekking Kalaw – Inle Lake (Myanmar) com crianças

Trilha de 2 dias e 1 noite até Inle Lake com os gêmeos na mochila!



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Vou contar um pouco sobre essa que foi uma das experiências mais incríveis da viagem! Pelo desafio, pelas paisagens, pelas pessoas, pelo encontro com um modo de vida muito diferente do nosso, por nossos sentimentos e reflexões sobre a felicidade e o viver simples!

Foram 2 dias de trilha, onde caminhamos por 35 km e dormimos em uma vila rural birmanesa. Saímos da pequena e simpática cidade de Kalaw, em direção a Inle Lake.

Na verdade, tudo começou 2 dias antes, quando pegamos um ônibus noturno de Yangon para Kalaw. Chegamos às 3:30h num ponto de ônibus à beira da estrada, em frente ao hotel Winter. Pegamos nossas malas, colocamos os pequenos no carrinho, andamos 2 quarteirões sob uma lua linda, e chegamos ao Dream Villa hotel, a nossa casinha. Fizamos check-in e depois de um pouquinho de guerra na cama, conseguimos fazer nossos pequenos macaquinhos voltarem a dormir.

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Passamos o dia na cidade, passeamos no mercado, contratamos o guia e todo o serviço para a trilha na empresa A1 (clique aqui e veja todos os detalhes da logística para fazer a trilha com crianças), conhecemos um italiano que falava português, porque havia morado em Moçambique e era dono do restaurante Red House, onde jantamos ravióli e pizza, e fomos descansar para nossa empreitada que começaria no dia seguinte.

O dia 238 da viagem, começou com um café da manhã bem reforçado em nosso hotel. Era um café ocidental com panquecas, pães, frutas, ovos, suco, café, leite e chá. O hotel era bem confortável e as pessoas, como é a marca registrada do país, bem simpáticas.

Nosso guia, Omo, veio nos buscar às 08:00h, de van. Não encontramos outras pessoas para fazerem a trilha conosco, então, fomos em um grupo privado, só para nossa família.  

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Depois de 40 minutos de carro, chegamos ao início da trilha. Foram 12 Km até a parada para o almoço, entre lindas plantações e vales. Vimos campos de flores de gergelim, pimenta, vagem de ervilhas e arroz.

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A trilha é plana na maior parte do caminho e bem tranquila. A cada 1 hora e meia, fazíamos um parada para os meninos saírem do canguru e para tomar água ou comer um lanchinho. Existem alguns vilarejos bem pequenos e simples pelo caminho que vendiam água e artesanato

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O almoço foi em uma dessas vilas, onde nosso cozinheiro fez a comida e nos serviu em um pequeno bangalô. Tivemos 2 horas e meia para comer e descansar.

A parada para o almoço durou 2 horas e meia. Pudemos comer e descansar.

A parada para o almoço durou 2 horas e meia. Pudemos comer e descansar.

O período da tarde foi incrível! Passamos por muitas plantações de arroz em que as pessoas locais estavam em plena colheita. Vimos todas as partes do processo pelo caminho e presenciamos o final do dia dos trabalhadores: carros de boi voltando pra casa ao som de flautas, búfalos tomando banho de rio para se refrescar depois de um dia intenso sob o sol e as crianças voltando da escola. Os meninos adoraram!!!

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Depois de 20 Km de caminhada, como nossos gêmeos na mochila, com o pôr do sol ao fundo, fomos muito bem recebidos pelas famílias da vila. Todos vinham ver a nossa dupla, encantados.

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Jantamos um comida bem gostosa e caseira, feita na hora, na fogueira. Ao final, tivemos banana flambada com rum de arroz e mel! Uma delícia!

O chuveiro era, na verdade, um banho de caneca frio e então, tivemos que passar a noite sujinhos mesmo. A vila era bem simples: energia solar, luz acessa até às 21h apenas, sem geladeira, banheiro de fossa e a água que utilizavam para tudo vinha da captação de chuva.

Depois do jantar, subimos para dormir em nosso quarto. Com as luzes apagadas, abrimos a janela e ficamos contando as estrelas cadentes, em um céu incrível (comparável à dark reserve na Nova Zelândia) até que o Gabriel pediu para dormir. Algo muito raro, já que nunca querem dormir! Rs Parece que o dia foi cheio e que estavam bem cansados.

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Dia 239 - No dia seguinte, acordamos cedo, às 06:30 para aproveitar e fazer parte da trilha com o sol ainda fraco. Tomamos café, arrumamos nossas coisas e saímos para caminhar, ainda com o orvalho da manhã.

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O dia foi mais de estrada e ao final, passamos por uma parte de floresta, com um pequeno trecho com pedras, pouco mais difícil. Em vários pontos, podíamos ver o nosso destino de longe, o Inle Lake. Pra mim, foi um dia mais difícil, porque já estava um pouco cansada do dia anterior, principalmente com relação às costas. Mas fui revezando o canguru na frente e atrás e perto das 13h, finalizamos nossos 15 Km do dia, chegando á vila ..., onde almoçamos.

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Encontramos várias pessoas que finalizavam a trilha e entre elas, um francês que, quando dissemos que somos do Brasil, nos disse: ah, eu conheço Guaratinguetá! Já estive lá! kkkk

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Depois do almoço, pegamos um barquinho até a cidade de Nyaung Shwe, a base para quem quer visitar o lago. Foi um passeio super gostoso. Os meninos cochilaram e nós descansamos.

Passamos o restante da tarde no hotel, que era uma delícia, jantamos e fomos dormir, pensando em tudo que vivemos e todas as pessoas que encontramos nesses 2 dias.

03 a 05/12/2018

Clique aqui e veja todos os detalhes da logística de como organizar esse passeio com crianças de todas as idades.