Crianças doentes durantes as viagens

Crianca doente sempre é um tema difícil aqui em casa. Todos saímos da rotina, noites sem dormir vigiando o sono dos pequenos e coração sempre apertado, esperando que no próximo dia as gargalhadas, bagunças e até as birras voltem a reinar. 
Pensar nessa situação durante uma viagem com as crianças, pode chegar a ser desesperador. Para nós, que viajamos com os meninos desde que eles tinham 5 meses, esse sempre foi o ponto difícil. Emocionalmente, por estarmos longe de casa e do hospital que conhecemos o caminho, nos sentimos mais frágeis e inseguros. 
Mas na prática, tudo acontece de forma muito parecida com o que aconteceria se estivéssemos no Brasil: 
- aos primeiros sinais de febre ou outro sintomas preocupante, como diarreia, por exemplo, falamos com nossa querida pediatra, Gabriela Castelo.
- seguimos as orientações que, em geral, são de observar, dar antitérmico. No caso do Antonio, da última vez, quando estávamos em Brisbane, ela também indicou probióticos e líquido especial para hidratação. Fomos na farmácia mais próxima e compramos sem problemas.
- como ele não melhorou e o quadro começou a se estender por mais do que o esperado o tempo de febre, falamos com a Dra. Gabriela novamente que nos orientou a procurar um hospital local para fazer exames de sangue e de fezes. 
- seguimos para o pronto socorro infantil que nos foi recomendado na recepção do camping. Fomos atendido por um médico desconhecido (como seria no Brasil, já que, em geral, o pediatra de nossos filhos não é o mesmo que está de plantão). 
- contamos tudo que foi feito, e as condutas dadas para nossa pediatra e voltamos pra casa para continuar cuidando do nosso pequeno. 
Se prestar bem atenção, é o mesmo procedimento que ocorre no Brasil, se temos alguma urgência num fim de semana, por exemplo. A grande diferença é que já sabemos o caminho do hospital e temos a pediatra mais perto.
Pra isso, logo que vemos que algo está começando, com os meninos, ja procuramos saber onde fica o centro médico ou hospital mais próximo, caso algo saia fora do comum, como foi dessa vez.

Só um detalhe a mais: antes do hospital, dessa vez, com o Antonio, fomos a uma centro médico ao lado do nosso camping. O médico deu uma conduta que a nossa pediatra do Brasil não concordou. Então, fomos a outro lugar, e dessa vez, encontramos ótimos médicos! 
Todos os atendimentos foram cobertos por nosso plano de saúde. (Vital Card, comprado através da agência de Viagens Intercities)

Pontos fundamentais para sobreviver às possíveis doenças dos pequenos durante as viagens:

1. Ter em mente que, em geral, os pequenos não têm nada grave e eles são bem fortes! (palavras da Dra. Grabiela Castelo.) Durante as viagens, isso não é diferente.
2. Ter um bom seguro de saúde de viagem. 
3.Ter um médico em que se confia para dar segurança sobre o que será sugerido e feito por um pediatra desconhecido. 
4. Procurar as informações sobre farmácias e hospitais próximos de onde estiver, quando houver o início de qualquer sintoma. Assim, caso haja alguma piora, fica mais tranquilo saber onde ir.
5. Pensar que existem crianças pelo mundo todo e que ficam doentes também. Assim, sempre haverá um bom local para atender nossos pequenos caso eles precisem.                                    6. Aproveitar que, como está de férias, terá 100% do tempo para dar todo o colinho do papai e da mamãe que ele precisará.