Dia 35 - Wanaka - Glaciar Rob Roy, Mt Aspiring National Park

So, we made it! Como ouvimos de alguns companheiros de trilha, quando chegamos ao Glaciar Rob Roy, no Parque Nacional do Mt Aspiring, Wanaka.
Conseguimos e ainda levamos um casal indeciso que encontramos pelo caminho, na dúvida se passariam ou não com o motorhome deles, que era do mesmo modelo do nosso, pelo primeiro, dos 10 riachos na estrada de terra que percorremos até chegar ao início da trilha. Como filha de peixe Bruci Marotta, peixinha é, descemos do carro, olhamos o riozinho, e nosso trenzinho verde ganhou status de jipe verde do vovô por um dia. Nosso jipeiro desde que nasceu, Gabriel, amou! Só pedia "Mais riozinho".

Depois de 30 Km de estrada de terra, 10 riachos, e 5 Km de trilha a pé, chegamos ao ponto mais alto que dá visibilidade ao Glacier Rob Roy. 

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Foi nossa maior aventura até aqui e mais longa também. Nos surpreendemos com nosso condicionamento físico, já que a trilha é toda de subida e ainda tínhamos nossos gêmeos, que, nesse dia, estava literalmente na mochila. O plano era seguir por 2 horas até onde desse e retornar, com pouca esperança de percorrermos todo o trajeto. Fizemos ida e volta, de toda a trilha (somando 10Km) em 5 horas, contando a meia hora de picnic e uma esticada nas pernas dos meninos lá no topo. Ficamos surpresos como só um pouquinho de vida fora do escritório já fez diferença nesse quesito.
Ao final, encontramos um rebanho de ovelhas passando por nós, para a felicidade dos pequenos! 

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A estrada beira o lago Wanaka, pelo lado esquerdo, com paisagens lindas!

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15/05/2018

Dia 29 - Queenstowan: Kawarau Bridge Bungy Jumping e Vinícolas de Gibbston

Hoje foi dia de mudarmos de casa. Começamos a seguir em direção de volta a Christchurch. Pensamos em ir até Te Anau, que fica 2,5 horas de carro em sentido sul. O que mais queria fazer lá era o passeio para ver os Glom worms, mas eles não permitem crianças menores de 5 anos. Decidimos não ir até Milford Sound, apesar de todas as recomendações em relação à beleza do lugar, porque seriam mais 2,5 horas, a partir de Te Anau. Depois, teríamos que voltar pelo mesmo caminho. Decidimos então, seguir parando nas cidadezinhas pelo caminho, até Mount Cook e em seguida, até Christchurch.

Saímos de casa, e nossa primeira parada foi a Kawarau Brigde, lugar em que fica o primeiro bungy jumping do mundo. O Rafa criou coragem e decidiu pular. Foi bem legal. Ele adorou. O visual é lindo. Antonio que não gostou. Estava se divertindo enquanto via as pessoas pularem e serem resgatadas pelo barquinho amarelo, mas quando viu que seria o papai, começou a chorar. Como é tudo bem rápido, logo o Rafa voltou e tudo ficou bem. Anotnio passou a tarde contando que o papai havia pulado da ponte, super feliz.

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Kawarau Bridge Bungy: foi o primeiro bungy Jumping do mundo, tem 43 metros de altura e dá pra molhar as mãos na água do rio. No dia em que fomos, não havia fila. Era só chegar e pular. Mas em temporada, dá pra fazer reserva no isite de Queenstown, ou chegar no local, reservar e ir tomar um vinho em alguma das vinícolas que existem ao redor, e voltar no horário marcado.

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De lá, nós seguimos para conhecer um pouco dos vinhedos da região. É um local especial de Pinot Noir. Almoçamos na Vinícola Gibbston e o plano seria fazer o passeio de bicicleta. No isite Queenstown, nos informaram que eles alugam, mas, quando chegamos lá, tinha apenas 1 cadeirinha. Ficamos passeio, que temos 2 piticos! Coisa de mãe de gêmeos. 

O almoço estava muito bom, mas acabamos nem fazendo a desgustação de vinhos. Seguimos viagem de carro mesmo e paramos na Kinroos, onde uma degustação e os meninos aproveitaram pra brincar nos vinhedos um pouquinho. O lugar é bem agradável e bonito. Os vinhos eram bons também. Eles vendem produto de algumas vinícolas locais, então deu pra ter uma ideia mais geral, parando em um local apenas.

Seguimos então, para nosso Airbnb, na região de Central Otago, numa fazenda de cerejas, que se chama Cherry Tree Farm. Senhora Sharon nos recebeu com todo o carinho. Passeamos pelo quintal para conhecer um pouco e depois entramos para cozinhar e brincar, porque já estava escurecendo e esfriando.

09/05/2018

Dia 14 - Rotorua: Waimangu Volcanic Valley e Waikite Valley Thermal Pools

Saímos pela manhã (que em geral, é a partir das 11h, rs) e fomos visitar o parque geotermal de Waimangu. Fica a 20 minutos de Rotorua no sentido sul, a caminho de Taupos. Passamos a manhã por lá, vendo lagos quentes com fumaça e cheirinho de enxofre. O auge foi a cratera azul bem no meio do parque. A caminhada é bem tranquila. Existem 3 tipos diferentes de caminhos. O primeiro loop é onde estão a maioria dos pontos importantes, e tem 1,5km de distância. Ao final, tem um ônibus que nos levou de volta à entrada e já estava incluso no bilhete da entrada.

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Muito perto dali, fica o Waikite Valley Thermal Pools, que é um lugar para passar o dia nas piscinas de águas quentes. É também um camping e para quem fica hospedado, a entrada para as piscinas é de graça. Os meninos amaram! O Gabriel parecia não acreditar que poderia haver piscinas tão quentinhas. Ele é super friorento. Rs

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A descoberta de hoje foi de que é possível colocar as mãos nos bolsos! rs

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24/04/2018

Dia 13 - Rotorua - Blue Lake e Mitai Maori Village

Fizemos uma trilha de 5,5 Km ao redor do Blue Lake, bem pertinho da cidade. No meio tem um ponto para ver a vista em que é possível ver os 2 lagos: o Blue e o Green. O segundo também tem trilhas, mas são bem maiores. Encontramos muitas famílias com crianças pelo caminho. O dia estava nublado e as cores dos algos não estavam como promotido. Rs Mas o caminho foi bem agradável e os meninos aproveitaram e já fizeram a soneca do dia, no canguru.

Passamos pela cidade para comprar o chip do celular do Rafa. Os chips duram 30 dias, por isso, no início da viagem, colocamos no meu celular, e agora, faltando um pouco menos de 30 dias para mudarmos de país, colocamos um no do Rafa. Assim, teremos internet por todo o período. Também colocamos um de cada operadora (vodafone e spark), para tentarmos ter o máximo de abrangência de sinal. Gostamos mais da Spark que teve melhor abrangência de sinal, cabines de wi-fi espalhadas pelas cidades e planos melhores.

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Sequoia, (red wood) trazida da Calfórnia.

Sequoia, (red wood) trazida da Calfórnia.

Voltamos para o camping, e esperamos até a excursão para a Mitai Maori Village vir nos buscar. Andamos de ônibus uns 10 minutos e chegamos à vila. O passeio foi muito interessante. Vimos uma apresentação sobre as danças, músicas e costumes Maoris, que são os povos originais da região.

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Também tivemos um jantar, feito à maneira Maori,  com assados no chão. Comemos batatas, frango e cordeiro. Apesar de se algo bem turístico, a apresentação foi muito boa e a comida estava uma delícia. Ao final, andamos por uma parte de floresta escura e vimos os famosos glow worms (bichinhos que brilham no escuro). Confesso que essa parte foi um pouco decepcionante porque a quantidade era bem pequena. Mas já deu pra ter uma ideia, caso a gente não consiga ver em outro lugar. Um ponto famoso, que não fomos, para ver essa atração, é a cidade de Waitomo. Tem bichinhos dentro da caverna, o que é ótimo para crianças, porque podem ser vistos durante o dia. A excursão custou NZD$116,00 por adulto, com jantar, sem bebida. Os meninos não pagaram.

Dia 12 - Caminho para Rotorua - Hobbit Movie Set

Gabrielzinho acordou super bem, sem febre já há 2 dias, então resolvemos seguir viagem. Saímos às 10h e pegamos a estrada sentido Rotorua com uma parada na vila dos Hobbits, o local onde foi filmado o Senhor dos Anéis. A estrada é uma graça, cheia de colinas verdinhas, e pequenas fazendas com gado e ovelhas pastando. Quando chegamos, já não havia mais ingressos. O parque é limitado e hoje era domingo. Não havia dado tempo de pesquisarmos direito os detalhes. Achávamos que era algo mais simples, apenas para as crianças brincarem um pouco, numa parada no caminho, mas as entradas custavam NZD$84,00/adulto e nem ficamos tão tristes de não conseguirmos entrar. Almoçamos, esticamos as pernas e seguimos viagem. Já estávamos bem perto de Rotorua. Chegando, fomos direto ao I-site, que é um ponto de informações turística que existe espalhado por todas as cidades turísticas do país. Fomos bem mal atendidos, mas conseguimos tirar algumas dúvidas sobre o que havia pesquisado para fazer por aqui. De lá, fomos para nosso camping e no caminho encontramos um parque cheio de lagos e pedras com fumaças. 

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O Cosy Cottage Thermal Holiday Parkfica  bem perto do lago Rotorua, com ótima estrutura. Jantamos e descansamos.

Dia 11 - Waikatere

Gabriel já acordou bem melhor, sem febre, tossindo menos. Tomamos café e saímos para procurar o parque que tem o mesmo nome da cidade. Chegamos até a praia de Titirangi. Um lugar calmo, bem bonito, com um parquinho, como sempre é por aqui. Rs.

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Tentamos fazer uma pequena trilha de 30 minutos, que chegava até essa praia, mas estava fechada, por ter uma árvore caída, bloqueando o caminho. Almoçamos no Road Kitchen Café. A Reserva de Waikatere fica a 40 minutos de Auckland e também pode ser uma boa opção de passeio de bate e volta, em 1 dia. Para chegar, a Scenic Dr, a mesma estrada que chega a Piha, já é um passeio. Voltamos pra casa e dormimos cedo, para nosso baixinho terminar de se recuperar.

Dia 9 - Praia de Piha - Nova Zelândia

Acordamos no camping PIha Beach Mortor Camp, nosso camping pé na areia, com toda a estrutura, parquinho para a crianças e a praia bem pertinho. O tempo amanheceu sem chuva, mas com bastante vento. Os meninos acordaram bem, sem febre. Passamos o dia por aqui. Ganhamos um baldinho com pazinhas, de uma família que estava indo embora e foi a diversão dos meninos. A praia é linda, de areia vulcânica, bem escura e fininha. Gabriel adorou pisar!

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Dizem que as trilhas por aqui são lindas! Nós acabamos não fazendo, pelo mal tempo e porque os meninos estavam meio baqueados. Almoçamos no camping e à noite, jantamos pizza num bar bem em frente, de comidas orgânicas e saudáveis, o Piha Café. Eu tomei uma sopa de cogumelos batidos, muito gostosa. Depois fomos descansar na nossa casinha sobre rodas. Os meninos estavam ainda gripadinhos e Gabriel estava bem cansado e tossindo bastante. Estava friozinho e ficamos bem quentinhos, todos juntos, na cama debaixo do motorhome, com o aquecedor ligado.

19/04/2018

Dia 5 - Auckland - Aquário Kelly Tarlton´s Underwater World e Sky Tower

Acordamos pela manhã e a chuva continuava. Tomamos café seguimos para o Aquário – KellyTarlton´s Underwater World, que fica numa baia linda, a Okahu Bay. Fomos de Uber e depois descobrimos que há um ônibus, em formato de tubarão que leva para o aquário, de graça.

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A vista de lá para a skyline de Auckland é linda! O aquário não é muito grande, mas gostamos bastante. A parte dos pinguins é a maior que já fomos, com várias espécies diferentes. Em 2 horários, durante o dia, os mergulhadores entram nos aquários para alimentar os peixes e as crianças adoraram!

Tem um pequeno playground indoor que foi ótimo para os pequenos gastarem um pouco da energia. A lanchonete tem opções de lanche saudável, como o copo de frutas. Gostamos muito de tudo!

O ingresso custa NZ$39,00 e crianças menores de 3 anos não pagam. Na chegada, no aeroporto, existem umas revistas com guias free da cidade. Neles existem desconto para várias atrações. Para o aquário o desconto foi de 15%. Vale a pena pegar.

Na saída, a chuva havia cessado e tinha até um mormaço. Aproveitamos para dar uma caminhada que foi uma delícia. Fomos de lá até a cidade, contornando toda a baia, com uma vista incrível da cidade, com a Sky Tower ao fundo. Os meninos aproveitaram e tiraram a soneca da tarde. Se não estivesse chovendo, provavelmente não teríamos ido ao aquário, mas valeu muito, pelo passeio como um todo.

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Como ainda sobrou um tempinho, e o clima continuava bom, corremos até a Sky Tower para ver o por-do-sol lá de cima. Da torre também há como saltar de bungy jump e andar pelo lado de fora, numa plataforma, para os que quiserem um pouco de aventura urbana. Nós ficamos apenas com a vista mesmo. Rs o ingresso para subir custa NZD$29,00, crianças menores de 5 anos não pagam.

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À noite, cozinhamos no apartamento, e acreditem, ou não, os meninos dormiram a noite toda!! Hoje, o Antonio ficou muito cansado e ficou muito bravo para dormir.

15/04/3018

Dia 3 - Auckland - Nova Zelândia

Com 13 horas de vôo, mas 15 horas de diferença de fuso entre o Brasil e a Nova Zelândia, chegamos em Aukland no dia 13/04 às 6h da manhã.

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Havíamos reservado 5 dias para ficarmos parados em Auckland, a princípio, para nos adaptarmos. Mas perdemos 1 dia porque errei a reserva, não me atendando à questão do fuso e mais 1 com o cancelamento do vôo.

Ficamos hospedados no Waldorf Tetra Apartament. Fizemos a reserva pelo booking. É quase um hotel. Tem recepção com pessoas bem amáveis, que ajudam com transfer, passeios, reservas, caso seja necessário, e existem vários pela cidade. Usamos o serviço de taxi que ofereciam, até o aeroporto, no dia em que fomos pegar nossa van, porque seria metade do preço que pagamos na ida (70 vs 35 dolares NZ). Ficamos na região bem central, próximo à Queen St. É uma região ótima, com supermercado, lojas, e pontos turístico bem perto. Mas ficamos na parte de cima dela. Numa próxima vez, eu procuraria num perto dessa mesma rua principal, mas mais para baixo, perto da marina.

Os meninos dormiram logo que chegamos. Fomos ajeitar minimamente nossas coisas e claro que, quando resolvemos dormir um pouquinho, eles acordaram, com fome, já que pra eles seriam umas 15h. Aqui eram 7h da manhã e estávamos todos com fome de almoço. Rs Comemos um wrap no Tank (uma rede que tem em toda esquina por aqui). Foi o melhor que pensamos para funcionar como almoço no horário do café da manhã. Rs.

Passeamos um pouquinho, mas como estava um vento bem gelado e estávamos bem casandos, voltamos para casa. Descansamos um pouco, ajeitamos algumas coisas e fomos almoçar num restaurante japonês. Existem muitos asiáticos vivendo aqui e há muita influência da cultura deles. Há vários restaurantes nesse sentido. A comida estava uma delícia. O serviço foi um pouco confuso, mas nada que atrapalhasse. Na sequência fomos aos supermercado. A rede mais famosa aqui é a Countdown. Na parte de frutas e verduras, eles colocam um cesto com frutas de graça para as crianças. A ideia é incentivar a alimentação saudável e ajudar os pais durante as compras. O Gabriel adorou e nós aprovamos!!

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Voltamos pra casa fomos todos dormir. A ideia era simular a soneca da tarde dos meninos, mas acabamos dormindo junto e perdemos a hora. Eles dormiram 3 horas. A noite cozinhamos em casa. Fizemos cordeiro, que é super tradicional aqui. Dá pra encontrar corte de várias partes do cordeiro, em qualquer supermercado. Como nós adoramos, não perdemos tempo! Também havíamos comprado um vinho branco daqui, que estava uma delícia!

A nossa primeira noite foi um pouco caótica. Depois do super cochilo da tarde, os meninos dormiram apenas mais 3 horas e acordaram para brincar, comer, tudo como se fosse dia. Nos revezamos para ficar com eles e descansarmos um pouco. 

13/04/2018

Dia 2 - Santiago - Vôo para Auckland

Pegamos o vôo para Santiago às 09:40h e dessa vez, deu tudo certo. Foram 4 horas de vôo. Os meninos brincaram, almoçaram cedo e dormiram até a chegada ao Chile.

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No aeroporto já estava tudo certo para o nosso transfer e hotel, como haviam prometido no Brasil, já que seriam 12 horas de conexão. Passamos o dia tranquilos, descansando e brincando no hotel mesmo.

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Nosso vôo para Auckland estava marcado para 01:10 da madrugada do dia 12/04. Fizemos de tudo para manter os meninos acordados até o vôo, mas foi colocar no carrinho, para sobrar mãos para organizarmos tudo no check in, e eles dormiram. Ainda eram 22:00h. Lá se foram 3 horas de sono nossas. Mas mesmo assim, foi tudo tranquilo de novo. Entramos no avião e todos dormimos. Nem jantamos, porque já havíamos comido no hotel. Eles acordaram faltando apenas 4 horas para o final do longo vôo de 13 horas! Melhor do que algumas noites em casa! Rs. 

11/04/2018