Dia 38 - Viagem de volta ate Christchurch

Hoje foi nosso pior dia de viajar. Parecia que os meninos já sabiam que estava acabando a parte da viagem de andar de carro. Reclamaram grande parte do caminho, estavam muito irritados. Paramos no lago Tekapo para comer nosso sashimi, com o salmão que havíamos comprado ontem no High Salmon Country, brincamos um pouco no lago e seguimos viagem.

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Depois de muita briga com o sono, eles conseguiram dormir e chegamos mais tranquilos a Christchurch. Ficamos num camping bem central, com uma área de convivência gostosa. Conhecemos umas amigas que viajavam juntas, da Tailândia, que nos deram dicas de viagem. Cozinhamos e fomos descansar. 

18/05/2018

 

Dia 36 - Wanaka - Mount Cook - Dia de viagem

Hoje foi dia de viagem! Nós estamos um pouco cansados da falta de espaço do motorhome e de ter que arrumar e desarrumar a cama todos os dias. Os meninos, estão cansados de andar na cadeirinha do carro. Esse mês foi o auge de tempo dentro do carro pra eles. No Brasil, só andavam de carro para irem visitar os avós 1 vez/mês, ou até menos. Quase não usávamos o carro nos finais de semana. Ficávamos mais pelo bairro e de bicicleta.

Saímos do camping e paramos no playground do centrinho de Wanaka, que é bem legal, tem um escorregador em forma de dinossauro que o Gabriel adorou! Almoçamos no bom e velho Big Fig, restaurante de comida meio natureba e bem gostosa. De lá, seguimos viagem para, enfim, conhecermos Mount Cook. Na ida, não paramos lá, porque o clima estava bem ruim. Decidimos fazer o mesmo caminho na volta, principalmente por causa desse lugar. Queríamos muito poder ver as paisagens com o céu aberto. Além de ser o lugar mais falado para ver o céu da Nova Zelândia.

Paramos no Lago Pukaki para ver o início do pôr do sol. O lago estava com aquele azul turquesa incrível que têm os lagos Pukaki e Tekapo.

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Chegamos no nosso Airbnb, que dessa vez, era um quarto dentro de uma casa, ou seja, um legítimo B&B. Por causa da baixa temporada, pagamos apenas um pouco mais do que pagaríamos por um camping. Decidimos fazer base na cidade de Twizel, ao pé das montanhas, do que dormir em Mount Cook, por causa, principalmente, do frio.

Tivemos uma experiência bem gostosa na casa. Naill e Margi eram um casal super simpático e amável. Naill adorava falar e nos contou várias coisas interessantes de quem mora na ilha sul da Nova Zelândia, como por exemplo, que as igrejas são católicas em um dia e protestantes no outro. Como a quantidade de pessoas, por aqui, não é muito grande, ele disse que não faria sentido ter um prédio de igreja para cada religião. Nada como ser um povo prático e tolerante às diferenças! Eu, definitivamente, amei esse país!

Depois que cozinhamos e jantamos, Margi resolveu comer uma laranja, e claro, teve que dividir com nossos pequenso gafanhotos. Rs No dia seguinte, acordaram perguntando onde estava a tia que dava laranjas. Rs

16/05/2018

Dia 35 - Wanaka - Glaciar Rob Roy, Mt Aspiring National Park

So, we made it! Como ouvimos de alguns companheiros de trilha, quando chegamos ao Glaciar Rob Roy, no Parque Nacional do Mt Aspiring, Wanaka.
Conseguimos e ainda levamos um casal indeciso que encontramos pelo caminho, na dúvida se passariam ou não com o motorhome deles, que era do mesmo modelo do nosso, pelo primeiro, dos 10 riachos na estrada de terra que percorremos até chegar ao início da trilha. Como filha de peixe Bruci Marotta, peixinha é, descemos do carro, olhamos o riozinho, e nosso trenzinho verde ganhou status de jipe verde do vovô por um dia. Nosso jipeiro desde que nasceu, Gabriel, amou! Só pedia "Mais riozinho".

Depois de 30 Km de estrada de terra, 10 riachos, e 5 Km de trilha a pé, chegamos ao ponto mais alto que dá visibilidade ao Glacier Rob Roy. 

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Foi nossa maior aventura até aqui e mais longa também. Nos surpreendemos com nosso condicionamento físico, já que a trilha é toda de subida e ainda tínhamos nossos gêmeos, que, nesse dia, estava literalmente na mochila. O plano era seguir por 2 horas até onde desse e retornar, com pouca esperança de percorrermos todo o trajeto. Fizemos ida e volta, de toda a trilha (somando 10Km) em 5 horas, contando a meia hora de picnic e uma esticada nas pernas dos meninos lá no topo. Ficamos surpresos como só um pouquinho de vida fora do escritório já fez diferença nesse quesito.
Ao final, encontramos um rebanho de ovelhas passando por nós, para a felicidade dos pequenos! 

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A estrada beira o lago Wanaka, pelo lado esquerdo, com paisagens lindas!

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15/05/2018

Dia 34 - Albert Town - descanso em casa

Como a casa era bem grande, e espaço se tornou algo mais valioso do que nunca, depois desses 30 dias de casinha sobre rodas, decidimos ficar por aqui.

Falamos com as vovós e madrinhas para comemeror o dia das mães que estava acabando no Brasil. Depois ficamos brincando, cozinhando, colocando as roupas e arrumações em dia, com nosso pequenos ajudantes. 

Essa é outra coisa boa dessa convivência full time de nós 4: poder mostrar para os pequenos, de forma mais intensa, que as atividades de casa podem ser divididas por todos, independente se são meninas ou meninos. Ver o papai e a mamãe dividindo, todos os dias, as atividades de casa e poder ajudar, torna isso algo comum, que esperamos que levem pra vida e ajude a melhorar o dia a dia de nossas meninas no futuro!

A igualdade de gêneros é um das bandeiras da atual, primeira ministra daqui, da Nova Zelândia. Jacinda Arden tem 37 anos e está grávida do primeiro filho. O país acabou de declarar igualdade entre os salários pagos para jogadoras e jogadores de futebol! 

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Fomos passear até o rio Clutha, aqueles mesmo da trilha de bicicleta. O dia estava bem frio e nem ficamos tanto na rua.

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Depois do almoço, ninguém quis cochilar, só a mamãe aqui, que ganhou 1 horinha de descanso! (presente de dia das mães. Rs). Mais no fim da tarde, o sol apareceu, saímos mais um pouco e eles cochilaram no carrinho. Depois que acordaram passaram o restante do dia bem agitados. Parecia que não estavam gostando de ficar em casa. Acho que desacostumaram. rs O Rafa fez um jantar bem gostoso de dia das mães atrasado, e fomos dormir.

Falando em dormir, as noites têm sido ótimas desde que chegamos. Os meninos dormem a noite toda e acordam, 08:30h, JUNTOS! O que é a melhor parte. O pequeno não acorda mais cedo, como fazia antes. Mas o momento de ir pra cama anda bem difícil. Antonio nunca quer domir, de jeito nenhum!! Arranja mil desculpas, sempre tem algo super importante pra fazer. Inventa coisas pra comer, quer água... além da fase de ciúmes em relação ao Gabriel e das decisões 100% contrárias às nossas! Parece que os 2 anos chegaram com tudo para nosso gordinho!

14/05/2018

Dia 33 - Wanaka – Blue Pools (Parque Nacional Mt Aspiring)

Levantamos acampamento e seguimos para conhecer as Blue Pools, do lado direito do parque nacional de Mt Aspiring. Wanaka fica na base desse parque, onde existem várias caminhadas para serem feitas. Existem algumas bem curtinhas, como a de hoje, com apenas 1,5Km e toda estruturada, bem fácil pra fazer com crianças. Existem algumas trilhas de vários dias também.

O caminho de carro vai beirando os lagos Wanaka e Hawea, com vistas lindas, como a maioria das estradas por aqui. São 70Km até a entrada da trilha.

A caminhada é bem fácil e curta. Nem levamos o canguru.

Antonio brincando de andar "que isso", com o papai, na trilha.

Antonio brincando de andar "que isso", com o papai, na trilha.

Ao final, o lugar é lindo, cheioa beira de um rio, de motinhos de pedras feitos pelas pessoas que visitam o lugar, que as crianças adoraram, e fizeram as suas também. Tem um problema que é a quantidade de borrachudos. Tem até um aviso no início da trilha.           

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A volta é pelo mesmo caminho. Essa noite dormimos em um outro Airbnb, em Albert Town, uma vila bem pequena, ao lado de Wanaka. Nesse final, como está bem frio, estamos revezando entre camping e airbnb.

13/05/2018

Dia 32 - Wanaka - passeio de bike Wanaka Lake e Clutha River

Passamos o dia passeando de bicicleta. Foram 30 Km de trilha ao longo do lago Wanaka e do rio Clutha que foi uma grata supresa!

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Saímos do Wanaka Kiwi Holidy Park, onde estamos estacionados. Alugamos nossas magrelas por NZD55,00 cada uma, já com as cadeirinhas, para o dia todo. Foi o lugar mais barato da viagem e as melhores cadeirinhas também.. Logo no início do passeio, paramos na cidade para os meninos brincarem no parquinho, enquanto o Rafa foi comprar lanche para nosso picnic, Os meninos comeram quesadilha de queijo com frango e legumes (que eu havia preparado no camping, no dia anterior,cozidos só com água, bem fácil de fazer!) e nós comemos um burrito. Após o almoço, os meninos aproveitaram para tirar uma soneca. As cadeiras da bicicleta até reclinavam. Dormiram tranquilos, até que eu me desequilibrei na trilha e cai com o pequeno! Tadico, acordou super assustado, e o Antonio acordou com o choro dele. Logo o susto passou e continuamos o passeio, sem traumas. Essa parte era a do rio Clutha. Um rio de águas cristalinas e verdes, com paisagens que davam vontade de parar a cada curva. Dá pra fazer essa trilha a pé também.

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Seguimos até a ponte suspensa, próxima de Albert Town. Foi interessante passar com a bicicleta por cima da ponte, mas o sol já estava querendo baixar e o visual já não estava tão bonito. Não achei que valeu tanto a pena chegar até lá. Poderia ter ido até o vilarejo de Albert Town e já voltado para Wanaka, pelo caminho da cidade.

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Para quem não quiser andar todos os 30 Km, dá pra entrar em sair da trilha em vários pontos. O Google maps tem os trajetos de bicicleta da cidade. Existe também um serviço em que um carro vai buscar ao final da trilha, em qualquer lugar que for combinado. Pode ser reservado junto com o aluguel da bicicleta, em algumas lojas na cidade.

Paramos no Pig Fig para comer na volta. É o restaurante número 1 na cidade. O slogan é “slow food serverd fast”. A comida já fica pronta e você pode escolher entre as opções. Paga-se pelo tamanho do prato. É tudo fresquinho, saudável e muito gostoso. Comemos lá várias vezes. Fica bem colado ao i-site na avenida principal da cidade, em frente ao lago.

Chegamos no camping já no escuro com um céu repleto de estrelas. Fomos direto para nossa piscina de água quente!

12/05/2018

Dia 31 - Wanaka

Dia de seguir mais um pouquinho em direção norte e voltar à nossa casiha sobre rodas. O dia estava bem chuvoso e procuramos um camping que tivesse algo para as crianças fazerem. Antes, fomos até a Lavander Farm, um lugar com plantação de lavandas e com um pasto para alimentar os animais. Os meninos adoraram dar comidinha para as ovelhas. As alpacas não quiserem saber muito de nós. Também tem pôneis e um deles acabou mordendo a mãozinha do Antonio. Não machucou, mas ele ficou super chateado. Os animais mais indicados para serem alimentados, eram as ovelhas e as alpacas mesmo. Tinha um porco grande, junto com as ovelhas, bem mansinho, que vinha roubar comida também. O chamamos de Trolha, porque nos atrapalhava expulsando as ovelhas. rs O lugar é bem pequeno, mas bem agradável e bonito. Valeu a pena para os meninos poderem chegar mais perto dos bichinhos que tanto haviam visto pelas estradas, de longe. Os queridos "béés" que por muitas vezes nos ajudaram a distrair os pequenos, pelos caminhos. Custa NZD$2,00 por adulto para entrar e mais NZD$1,00 o saquinho de comida. Tem um lojinha e uma casa de chá.

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De lá, seguimos para o Wanaka Kiwi Holidy park, que foi nosso preferido da viagem. Eles tém ofurôs e um espaço de convivência, com sofás e mesas, acoplado à cozinha. Era o que precisávamos nesse dia em que não conseguimos fazer quase nada com os meninos, por causa da chuva. As pessoas do camping são super atenciosas e ainda há aluguel de bicicletas, mais barato do que na cidade e com modelos pra família toda! Já reservamos as nossas e marcamos nosso passeio para amanhã, com a previsão prometendo sol!

11/05/2018

Dia 30 - Central Otago - Mt Diffuculty Winery

Acordamos na fazendo de cerejas (Cherry Tree Farm, caso alguém se interesse em encontrar no Aibnb) e resolvemos passar o dia por aqui descançando e aproveitando “nosso” quintal. Os meninos se esbaldaram colhendo tomates, framboesas, abóbora, ruibarbo e dando silver beet (uma espécie de acelga) para as galinhas.

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Os mais doces que já provamos na vida!! Tomate que parece uva!

Os mais doces que já provamos na vida!! Tomate que parece uva!

No fim da tarde, fomos conhecer uma vinícola da região, a Mt Difficulty, que adoramos! Fica a apenas 3 Km saindo da estrada principal SH6 e tem uma vista linda com uma paisagem de deserto e um rio ao fundo. A degustação custou NZD$2,00;pessoa e os vinhos são uma delícia! Foi a nossa escolhida dessa região mais ao sul!

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Na volta, paramos no Jones Family Fruit Stall, uma quitanda na estrada que tem frutas, legumes, mel e castanhas, um pouco mais baratos que no supermercado e tudo muito saboroso. Foi o único lugar em que encontramos Kiwi vermelho, que é o mais docinho e menos ácido dos 3 (verde, amarelo e vermelho, em ordem decrescente de acidez). Eles têm uma mesa de frutas abertas, pra provar, antes de comprar.

Voltamos pra casa e encontramos a senhora Sharon com uma cesta de abóbora e batatas, colhidas para nós. Cozinhamos um filé de cordeio, com as batatas, alecrim colhido  no vaso da porta de casa, um chutnei de tomates da fazenda e tomamos um vinho da vinícola que visitamos hoje, para comemorar nosso primeiro mês de viagem!! 

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O turbilhão de sentimentos, do início, vai se acalmando, dando lugar pra uma sensação de tranquilidade e felicidade pela decisão tomada. 

30/05/2018

Dia 29 - Queenstowan: Kawarau Bridge Bungy Jumping e Vinícolas de Gibbston

Hoje foi dia de mudarmos de casa. Começamos a seguir em direção de volta a Christchurch. Pensamos em ir até Te Anau, que fica 2,5 horas de carro em sentido sul. O que mais queria fazer lá era o passeio para ver os Glom worms, mas eles não permitem crianças menores de 5 anos. Decidimos não ir até Milford Sound, apesar de todas as recomendações em relação à beleza do lugar, porque seriam mais 2,5 horas, a partir de Te Anau. Depois, teríamos que voltar pelo mesmo caminho. Decidimos então, seguir parando nas cidadezinhas pelo caminho, até Mount Cook e em seguida, até Christchurch.

Saímos de casa, e nossa primeira parada foi a Kawarau Brigde, lugar em que fica o primeiro bungy jumping do mundo. O Rafa criou coragem e decidiu pular. Foi bem legal. Ele adorou. O visual é lindo. Antonio que não gostou. Estava se divertindo enquanto via as pessoas pularem e serem resgatadas pelo barquinho amarelo, mas quando viu que seria o papai, começou a chorar. Como é tudo bem rápido, logo o Rafa voltou e tudo ficou bem. Anotnio passou a tarde contando que o papai havia pulado da ponte, super feliz.

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Kawarau Bridge Bungy: foi o primeiro bungy Jumping do mundo, tem 43 metros de altura e dá pra molhar as mãos na água do rio. No dia em que fomos, não havia fila. Era só chegar e pular. Mas em temporada, dá pra fazer reserva no isite de Queenstown, ou chegar no local, reservar e ir tomar um vinho em alguma das vinícolas que existem ao redor, e voltar no horário marcado.

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De lá, nós seguimos para conhecer um pouco dos vinhedos da região. É um local especial de Pinot Noir. Almoçamos na Vinícola Gibbston e o plano seria fazer o passeio de bicicleta. No isite Queenstown, nos informaram que eles alugam, mas, quando chegamos lá, tinha apenas 1 cadeirinha. Ficamos passeio, que temos 2 piticos! Coisa de mãe de gêmeos. 

O almoço estava muito bom, mas acabamos nem fazendo a desgustação de vinhos. Seguimos viagem de carro mesmo e paramos na Kinroos, onde uma degustação e os meninos aproveitaram pra brincar nos vinhedos um pouquinho. O lugar é bem agradável e bonito. Os vinhos eram bons também. Eles vendem produto de algumas vinícolas locais, então deu pra ter uma ideia mais geral, parando em um local apenas.

Seguimos então, para nosso Airbnb, na região de Central Otago, numa fazenda de cerejas, que se chama Cherry Tree Farm. Senhora Sharon nos recebeu com todo o carinho. Passeamos pelo quintal para conhecer um pouco e depois entramos para cozinhar e brincar, porque já estava escurecendo e esfriando.

09/05/2018

Dia 28 - Queenstown - passeio de bicicleta

Queenstown tem passeios para todos os gostos, idades e bolsos. Nossa pedida de hoje foi um passeio de bike pelas trilhas ao redor do lago, na região próxima à cidade. Como os meninos adoram e nós também, foi diversão garantida pra família toda! Nem todas as lojas de aluguel de bicicletas têm cadeirinhas para as crianças. Alugamos as nossas na Torpedo7 e recomendamos! Ah, passamos no @queenstownisite antes, para pegar informações da cidade, e ganhamos 10% de desconto! A loja fica bem no centro, perto do isite. Pagamos NZD$115,00 para as 2 bikes com as cadeirinhas. Foi a mais cara da viagem.

Como o dia parecia ser chuvoso, alugamos a charretinha que vai atrás, com os 2 juntos e que fica toda coberta. Os meninos deram o maior piti. Começaram a brigar lá dentro e não quiseram ficar, de jeito nenhum. Gabriel até fez aquelas mini crises de pânico que faz às vezes. Tivemos que voltar até a loja e trocar por cadeirinhas. Colocamos o capacete por cima do gorro do casaco e lá fomos nós.

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A chuva veio bem fraquinha e só em alguns momentos. E como tudo na vida tem um lado bom, com a chuvinha que revezava com o sol, ganhamos esse arco-íris de presente. Se reparar bem na foto, ele é duplo, com uma mais fraquinho, do lado esquerdo. :)

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O passeio foi uma delícia. Paramos no caminho para um picnic. Depois o Gabriel dormiu, todo torto, com o pescoço pendurado, tadico. Paramos várias vezes para ajeitá-lo. Antonio ficou acordado o passeio todo, firme e forte. Paramos no parquinho na volta.

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Fizemos toda a volta do parque, o Botanic Gardem, e um pouco do caminho até Frankton. (o que havíamos tentado fazer ontem a pé e não havia dado certo, por causa do vento). Depois tentamos passear pela cidade, mas a chuva veio com tudo. Antonio dormiu 20 minutos no carro e foi o suficiente para que ele dormisse só às 11 horas da noite!

Voltamos pra casa, brincamos, jantamos e dormimos! E hoje, conseguir chegar no dia do diário pela primeira vez! J

08/05/2018

 

Dia 27 - Queenstwon

A noite foi mais agitada. Os meninos acordaram às 06:00h e voltaram a dormir. Depois o Gabrial acordou ás 9 e o Antonio, ás 10:00h. Assim, nosso horários ficaram meio bagunçados e demoramos a sair de casa. Fomos até a cidade, porque estamos hospedados num bairro ao lado da cidade (LowShotover), passamos num isite para ver algumas informações e fomos passear no parque da cidade, o Botanic Garden. É bem legal, com vista para o lago, patinhos e parquinho, claro!  

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Tentamos fazer uma trilha que tem perto, mas estava um vendo absurdo e o Gabriel odiou! Ficou muito bravo.

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Fomos, então, conhecer Arrotown, uma pequena cidade que extraia ouro, antigamente. Passeamos um pouco pela vila, que achamos bem ok, e depois voltamos pra casa. Os meninos brincaram muito juntos. Estão cada vez mais interagindo. E a gente se diverte assistindo. Rs

Cozinhamos (o Rafa fez uma pizza deliciosa, para matarmos a saudade, que já estava batendo) e, como acordaram tarde, acabaram não fazendo a soneca da tarde. Estavam acabados e dormiram super cedo, à noite, para um descanso do papai e da mamãe!

07/5/2018 

Dia 26 - Lake Tekapo e caminho para Queenstown

Acordamos e o dia estava lindo! Ficamos à beira do lago apreciando mais um pouquinho a beleza do azul turquesa. Os meninos brincaram tranquilos. Dividiram o mesmo caminhão para colocar pedrinhas. Lindo de se ver. Ainda mais para uma mamãe de gêmeos muito coruja.

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Depois fomos até a igrejinha que tem no centrinho. É bem pequena, mas o fundo é de vidro, com vista para o lago. Dá uma sensação de paz que dá vontade de não sair dali. Atravessamos a ponte de metal para pedestres e paramos no restaurante japonês para almoçarmos. A garçonete quase levou o Gabriel pra ela. Ficou encantada. De lá, seguimos viagem. Os pequenos dormiram 3 horas de novo, e chegamos tranquilamente até nosso destino final: Queenstown. Pulamos mount cook e decidimos voltar pelo mesmo caminho para fazê-lo na volta porque a previsão de tempo para esses dias era de muito frio e e tempo fechado por lá.

O caminho hoje foi tranquilo com relação aos meninos, mas foi o mais estressante, porque ventou muito e choveu também. O motorhome ficou muito instável. Mas as paisagens continuaram lindas, como sempre!

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Chegamos e os meninos pareciam que nunca haviam morado numa casa antes. Corriam para todos os lados. A previsão aqui era de chuva e frio, somado aos dias de frio que já havíamos passado em Tekapo, decidimos ficar num airbnb por uns dias. Os meninos estavam precisando de um pouco de espaço, e nós também! Rs

Chegamos e não havia ninguém para nos receber, mas a mensagem era de que a porta estava aberta e poderíamos entrar. O casal que alugou o apartamento para nós mora numa casa ao fundo. Descarregamos o carro e fomos ao mercado. Fizemos nosso jantar e fomos dormir.

Dia 25 - Lake Tekapo

A ideia inicial era sairmos em direção a Queenstown. Mas como descobrimos que era possível viajar direto por 3 horas (que seria o necessário para nós), decidimos ficar mais uma noite por aqui. Mesmo porque, seria melhor deixar os meninos brincarem um pouco, antes de uma nova viagem de carro.

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Ficamos na beira do lago, na parte do camping, fomos ao supermercado, na vilazinha e seguimos pela Lilybank Road, uma estrada de terra, que sobe a lateral direita do lago.

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Fomos em busca de um local para parar o motorhome e almoçarmos, mas os meninos dormiram no caminho. Então, preferimos dirigir tranquilos e aproveitar a vista. Na volta, paramos perto do centrinho, com a van virada para o lago e almoçamos nossos dumplings de cada dia. Rs Tiramos algumas fotos e voltamos para o camping.

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Brincamos um pouco, arrumamos umas coisas no carro e fomos fazer o jantar. Hoje eu seria a cozinheira. Quase todas as noites é o Rafa que cozinha. Lá, conhecemos um casal de brasileiros que estavam morando na Austrália por 1 ano e estavam por aqui a passeio, de despedida, o Danilo e a Brenda. Quase queimei a comida, conversando, as usual, mas deu tudo certo. Rs Jantamos e descansamos. Hoje o céu estava encoberto.

05/05/2018

 

Dia 24 - Christchurch e viagem até Lago Tekapo

Nosso destino hoje era chegar o mais próximo do Lago Tekapo, que fica a 3 horas de viagem de Christchurch. Fizemos o esquema de cansar os pequenos, almoçar e seguir viagem até onde a soneca deles permitisse. Temos feito dessa jeito, nos dias em que temos que fazer deslocamentos maiores. De qualquer forma, o máximo que conseguimos andar, são 3 horas.

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Fomos até o jardim botânico da cidade e foi um passeio bem gostoso. Os meninos brincaram no parquinho e depois formos andar no entorno, para almoçar. Comemos dumpling e sushi no Zen Shushi. Um lugar super bem avaliado pelo trip e realmente faz por merecer. É um lugar pequeno, mais para comprar e levar a comida, mas tem pequenas mesinhas na frente, que dá para comer. Adoramos! De lá, seguimos viagem e, para nossa surpresa, chegamos aos lago Tekapo. Os meninos dormiram 3 horas seguidas!! Chegamos bem na hora do pôr-do-sol e o dia estava lindo, com o céu super aberto.

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Paramos no único camping que tem por lá, com mais estrutura, fizemos nosso jantar e colocamos os meninos para dormir. A região aqui, desde 2012 é considerara uma reserva de céu escuro e tem controle de luminosidade. Como a noite estava clara, saímos para ver o céu que estava incrível. Mais estrelado do que em Kaikoura. Havia algumas estrelas muito brilhantes que até comentei como Rafa. No dia seguinte, descobrimos que esta havia sido uma noite especial em que Saturno e Júpiter apareceram, como estrelas muito brilhantes!

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Foi a noite mais fria que pegamos até aqui também, mas nosso super aquecedor deu conta! Ficamos todos juntinhos, fugindo das laterais geladas do motorhome e dormimos a noite toda, até às 08:30h, como de costume por aqui.

04/05/2018

Dia 22 - Waikatene Campground - Kaikoura

Acordamos e o dia estava lindo. A previsão era de céu estrelada para a noite de hoje, e então, decidimos ficar por aqui mais um dia. O camping era super gostoso, tinha um jeito de fazendo arrumada, com ovelhas, alces e vacas pelas cercas nos arredores. Tomamos um café da manhã tranquilos, do lado de fora do motorhome e saímos o nosso camping-fazenda para passear. Não fomos muito longe, porque, quando os meninos viram o rio (aquele da entrada), quiseram parar para pegar pedrinhas e brincar na água – super gelada!

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Votamos, demos um banho quente neles, que mataram a saudade de uma banheira, que a dona nos emprestou. Fizemos almoço e quando vimos, a hora havia passado e os meninos tinham perdido a soneca da tarde. Ficamos brincando na grama com eles, fizemos o jantar cedo (nossa úlitma leva de conchinhas) e eles dormiram 08:00h. O incrível é que acordaram 08:30h, do mesmo jeito, como todos os dias. Por aqui, não importa o horário em que vão pra cama, eles acordam sempre às 08:00h, juntos!! Um sonho! Rs Podemos nos acostumar com essa vida de acordar tarde. Rs

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O pôr do sol foi lindo e o céu, esta noite, estava como prometido: forrado de estrelas, apesar da lua cheia!

Dia 21 - Kaikoura - Nova Zelândia

Acordamos, arrumamos nossas coisas, nos despedidos de nossos simpáticos hosters e seguimos viagem rumo a Kaikoura. A estrada tinha vários pontos de reformas, reflexo ainda do terremoto que pegou a região, em novembro de 2016. As paisagens são lindas, parece a 101 da Califórnia, com um mar cheio de rochas, mas com água azul turquesa.

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Passando Kaikoura, também tem focas ao longo das praias, na estrada. Paramos no centro, num estacionamento, e montamos nosso restaurante com vista para o mar. Cozinhamos dumpling e tomamos uma cervejinha artesal neozelandesa, Mac, IPA. Brincamos na praia de pedrinhas (um paraíso para os meninos, pois eles ADORAM pedrinhas! Rs).

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Aqui, o foco principal do turismo são os passeios para ver baleia, golfinho e albatroz, em alto mar. Existem passeios de barco, avião e helicóptero. Como não faríamos nenhum deles, que não são baratos, seguimos para o camping. Tinha a opção de ficarmos perto da praia, mas fomos atrás da região em que a Bela Gil havia dormido numa cabana de vidro, debaixo de um céu incrível, e havia postado no instagram, uns dias atrás. Encontramos um camping ao lado de onde ela ficou, já que a tal cabana, não era acessível ao nosso bolso de viajantes de longo prazo. Pegamos uma estradinha pela montanha, e chegamos ao nosso camping, Waikene Lodge and Camp ground. Antes tivemos que escolher entre passar pelo rio ou por uma ponte que parecia poder cair a qualquer momento. Como a ponte não era alta e o rio não era fundo, o que venceu foi nosso trauma de atolar o motorhome na grama: ficamos com medo do rio e passamos pela ponte. Na saída, a estrada estava bem estreita e pareceu que o rio seria uma melhor opção – foi o que fizemos na volta! O camping estava vazio. Encontramos a família, dona do lugar. Todos muito simpáticos e amáveis. A mãe, teve um casal de gêmeos, já adultos e com filhos, e se encantou com os meninos. Infelizmente, o tempo fechou a noite e o céu ficou todo encoberto. Cozinhamos e fomos descansar.

Dia 13 - Rotorua - Blue Lake e Mitai Maori Village

Fizemos uma trilha de 5,5 Km ao redor do Blue Lake, bem pertinho da cidade. No meio tem um ponto para ver a vista em que é possível ver os 2 lagos: o Blue e o Green. O segundo também tem trilhas, mas são bem maiores. Encontramos muitas famílias com crianças pelo caminho. O dia estava nublado e as cores dos algos não estavam como promotido. Rs Mas o caminho foi bem agradável e os meninos aproveitaram e já fizeram a soneca do dia, no canguru.

Passamos pela cidade para comprar o chip do celular do Rafa. Os chips duram 30 dias, por isso, no início da viagem, colocamos no meu celular, e agora, faltando um pouco menos de 30 dias para mudarmos de país, colocamos um no do Rafa. Assim, teremos internet por todo o período. Também colocamos um de cada operadora (vodafone e spark), para tentarmos ter o máximo de abrangência de sinal. Gostamos mais da Spark que teve melhor abrangência de sinal, cabines de wi-fi espalhadas pelas cidades e planos melhores.

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Sequoia, (red wood) trazida da Calfórnia.

Sequoia, (red wood) trazida da Calfórnia.

Voltamos para o camping, e esperamos até a excursão para a Mitai Maori Village vir nos buscar. Andamos de ônibus uns 10 minutos e chegamos à vila. O passeio foi muito interessante. Vimos uma apresentação sobre as danças, músicas e costumes Maoris, que são os povos originais da região.

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Também tivemos um jantar, feito à maneira Maori,  com assados no chão. Comemos batatas, frango e cordeiro. Apesar de se algo bem turístico, a apresentação foi muito boa e a comida estava uma delícia. Ao final, andamos por uma parte de floresta escura e vimos os famosos glow worms (bichinhos que brilham no escuro). Confesso que essa parte foi um pouco decepcionante porque a quantidade era bem pequena. Mas já deu pra ter uma ideia, caso a gente não consiga ver em outro lugar. Um ponto famoso, que não fomos, para ver essa atração, é a cidade de Waitomo. Tem bichinhos dentro da caverna, o que é ótimo para crianças, porque podem ser vistos durante o dia. A excursão custou NZD$116,00 por adulto, com jantar, sem bebida. Os meninos não pagaram.

Dia 9 - Praia de Piha - Nova Zelândia

Acordamos no camping PIha Beach Mortor Camp, nosso camping pé na areia, com toda a estrutura, parquinho para a crianças e a praia bem pertinho. O tempo amanheceu sem chuva, mas com bastante vento. Os meninos acordaram bem, sem febre. Passamos o dia por aqui. Ganhamos um baldinho com pazinhas, de uma família que estava indo embora e foi a diversão dos meninos. A praia é linda, de areia vulcânica, bem escura e fininha. Gabriel adorou pisar!

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Dizem que as trilhas por aqui são lindas! Nós acabamos não fazendo, pelo mal tempo e porque os meninos estavam meio baqueados. Almoçamos no camping e à noite, jantamos pizza num bar bem em frente, de comidas orgânicas e saudáveis, o Piha Café. Eu tomei uma sopa de cogumelos batidos, muito gostosa. Depois fomos descansar na nossa casinha sobre rodas. Os meninos estavam ainda gripadinhos e Gabriel estava bem cansado e tossindo bastante. Estava friozinho e ficamos bem quentinhos, todos juntos, na cama debaixo do motorhome, com o aquecedor ligado.

19/04/2018

Dia 5 - Auckland - Aquário Kelly Tarlton´s Underwater World e Sky Tower

Acordamos pela manhã e a chuva continuava. Tomamos café seguimos para o Aquário – KellyTarlton´s Underwater World, que fica numa baia linda, a Okahu Bay. Fomos de Uber e depois descobrimos que há um ônibus, em formato de tubarão que leva para o aquário, de graça.

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A vista de lá para a skyline de Auckland é linda! O aquário não é muito grande, mas gostamos bastante. A parte dos pinguins é a maior que já fomos, com várias espécies diferentes. Em 2 horários, durante o dia, os mergulhadores entram nos aquários para alimentar os peixes e as crianças adoraram!

Tem um pequeno playground indoor que foi ótimo para os pequenos gastarem um pouco da energia. A lanchonete tem opções de lanche saudável, como o copo de frutas. Gostamos muito de tudo!

O ingresso custa NZ$39,00 e crianças menores de 3 anos não pagam. Na chegada, no aeroporto, existem umas revistas com guias free da cidade. Neles existem desconto para várias atrações. Para o aquário o desconto foi de 15%. Vale a pena pegar.

Na saída, a chuva havia cessado e tinha até um mormaço. Aproveitamos para dar uma caminhada que foi uma delícia. Fomos de lá até a cidade, contornando toda a baia, com uma vista incrível da cidade, com a Sky Tower ao fundo. Os meninos aproveitaram e tiraram a soneca da tarde. Se não estivesse chovendo, provavelmente não teríamos ido ao aquário, mas valeu muito, pelo passeio como um todo.

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Como ainda sobrou um tempinho, e o clima continuava bom, corremos até a Sky Tower para ver o por-do-sol lá de cima. Da torre também há como saltar de bungy jump e andar pelo lado de fora, numa plataforma, para os que quiserem um pouco de aventura urbana. Nós ficamos apenas com a vista mesmo. Rs o ingresso para subir custa NZD$29,00, crianças menores de 5 anos não pagam.

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À noite, cozinhamos no apartamento, e acreditem, ou não, os meninos dormiram a noite toda!! Hoje, o Antonio ficou muito cansado e ficou muito bravo para dormir.

15/04/3018

Dia 3 - Auckland - Nova Zelândia

Com 13 horas de vôo, mas 15 horas de diferença de fuso entre o Brasil e a Nova Zelândia, chegamos em Aukland no dia 13/04 às 6h da manhã.

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Havíamos reservado 5 dias para ficarmos parados em Auckland, a princípio, para nos adaptarmos. Mas perdemos 1 dia porque errei a reserva, não me atendando à questão do fuso e mais 1 com o cancelamento do vôo.

Ficamos hospedados no Waldorf Tetra Apartament. Fizemos a reserva pelo booking. É quase um hotel. Tem recepção com pessoas bem amáveis, que ajudam com transfer, passeios, reservas, caso seja necessário, e existem vários pela cidade. Usamos o serviço de taxi que ofereciam, até o aeroporto, no dia em que fomos pegar nossa van, porque seria metade do preço que pagamos na ida (70 vs 35 dolares NZ). Ficamos na região bem central, próximo à Queen St. É uma região ótima, com supermercado, lojas, e pontos turístico bem perto. Mas ficamos na parte de cima dela. Numa próxima vez, eu procuraria num perto dessa mesma rua principal, mas mais para baixo, perto da marina.

Os meninos dormiram logo que chegamos. Fomos ajeitar minimamente nossas coisas e claro que, quando resolvemos dormir um pouquinho, eles acordaram, com fome, já que pra eles seriam umas 15h. Aqui eram 7h da manhã e estávamos todos com fome de almoço. Rs Comemos um wrap no Tank (uma rede que tem em toda esquina por aqui). Foi o melhor que pensamos para funcionar como almoço no horário do café da manhã. Rs.

Passeamos um pouquinho, mas como estava um vento bem gelado e estávamos bem casandos, voltamos para casa. Descansamos um pouco, ajeitamos algumas coisas e fomos almoçar num restaurante japonês. Existem muitos asiáticos vivendo aqui e há muita influência da cultura deles. Há vários restaurantes nesse sentido. A comida estava uma delícia. O serviço foi um pouco confuso, mas nada que atrapalhasse. Na sequência fomos aos supermercado. A rede mais famosa aqui é a Countdown. Na parte de frutas e verduras, eles colocam um cesto com frutas de graça para as crianças. A ideia é incentivar a alimentação saudável e ajudar os pais durante as compras. O Gabriel adorou e nós aprovamos!!

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Voltamos pra casa fomos todos dormir. A ideia era simular a soneca da tarde dos meninos, mas acabamos dormindo junto e perdemos a hora. Eles dormiram 3 horas. A noite cozinhamos em casa. Fizemos cordeiro, que é super tradicional aqui. Dá pra encontrar corte de várias partes do cordeiro, em qualquer supermercado. Como nós adoramos, não perdemos tempo! Também havíamos comprado um vinho branco daqui, que estava uma delícia!

A nossa primeira noite foi um pouco caótica. Depois do super cochilo da tarde, os meninos dormiram apenas mais 3 horas e acordaram para brincar, comer, tudo como se fosse dia. Nos revezamos para ficar com eles e descansarmos um pouco. 

13/04/2018