Dia 72 - Grande Barreia de Corais - Cairns, Austrália

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Dia de conhecer a tão esperada barreira de corais!
Compramos o passeio através do getyourguide.  Uso bastante essa empresa. Em geral, não há taxa extra e nunca tive problemas. Já usei na Europa para comprar ingressos que já estavam esgotados na fonte principal, como o da Santa Ceia, em Milão, por exemplo. 
Pesquisei várias empresas pelo Google e pelo tripadvisory e encontrei a Seastar Cruise, com barcos menores, para até 36 pessoas, almoço com comida e não apenas lanche, e ótimas avaliações. 
Foi um dia cheio, que começou as 7:30h da manhã, já no embarque, na Marlin Marina, pier E. 
A maior parte do tempo, ficamos com o barco parado em 2 locais diferentes, para mergulho com snorkel, já incluído no valor do passeio (AUD 200,00 + 15,00 de taxa portuária, por pessoa. Os meninos não pagaram), ou com cilindro, com uma taxa a mais. Eles fazem a primeira experiência de mergulho, então dá pra fazer, mas pra que nunca mergulhou antes. O Rafa mergulhou em 1 dos locais e deu tudo certo! 

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Pegamos uma pequena frente fria, então o dia estava com bastante vento e a água um pouco gelada. O Rafa fez todos os mergulhos e eu acabei ficando no barco com os meninos. Essa parte da água fria, é a parte não tão boa de vir no inverno (principalmente pra quem é super friorenta, como eu!rs), mas o lado bom, é que não encotramos as águas vivas do mar quente do verão. E a temperatura externa fica 28 graus em média, mesmo no inverno. Nós é que pegamos um dia mais fresco. 
Para mim e para os pequenos, eles têm a opção de algumas saídas em um pequeno barco com o fundo de vidro, que foi ótimo! A água estava super clara, permitindo uma ótima visibilidade.  Vimos muitos peixinhos, corais e um casal de nemo azul e preto.

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O Rafa, que mergulhou, viu o Nemo original e uma tartaruga. Alguns outros do barco viram tubarões bebês. 

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Os tripulantes do barco tiram fotos nossas e do mergulho e colocam no facebook no dia seguinte. Essas são do nosso passeio. Adoramos!

Os tripulantes do barco tiram fotos nossas e do mergulho e colocam no facebook no dia seguinte. Essas são do nosso passeio. Adoramos!

Um dos pontos de mergulho fica próximo a um banco de areia, em que pude descer para os meninos brincarem um pouquinho.

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Vale muito a pena, a cor da água é incrível e é tudo muito lindo lá embaixo. Vamos ter que voltar em um dia mais quentinho para ir com os meninos maiores, para nós 3 mergulhamos também. 

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Bem, definitivamente, a Austrália é um país para o qual voltaremos!! 
Hoje foi nossa despedida, e com chave de ouro, desse país que adoramos! 

Esse vídeo mostra um pouco mais dos mergulhos do Rafa.

21/06/2018

Dias 68, 69, 70 e 71 - Noosa - Sunshine Coast

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Acordamos cedo e voltamos para Noosa. Estávamos sonhando em poder aproveitar o camping à beira do Noosa River, que ficamos só de passagem, na subida. Tentarmos marcar, pelo aplicativo de campings que utilizamos (campermate) e estava sem vagas. 
Logo que chegamos à cidade, passamos na farm market de domingo. Já estava quase terminando. Fazia tempo que não presenciávamos uma chepa! Rs compramos brócolis por AUD 1 dólar, que é menos do que 1 dólar americano. 
Almoçamos por lá e seguimos para o Noosa River Holiday Park. Pegamos a vaga de uma casal que estava antecipando a saída de Noosa e ainda ganhamos um desconto! A sorte estava do nosso lado! 

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Passamos 2 dias aproveitando a praia de rio, a cozinha com vista e o por do sol incrível da Sunshine Coast! 

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A cidade tem rio, praia e lago e um centrinho muito gostoso, com lojinhas e restaurantes. Fica a 150Km ao norte de Brisbane. Ótimo lugar para curtir com as crianças. 
Conhecemos uma família de suíços que estava em uma viagem de 4 meses com as crianças, pela Austrália e Indonésia.

De lá, voltamos a Brisbane, para nosso camping cativo, onde passamos os dias em que o Antonio ficou doente. Todos queriam ver o pequeno recuperado. Nós sentimos tão em casa que até visita recebemos! O Rafa, que estudou com a gente no Colégio, em Guará, mora aqui há mais de 8 anos e veio nos visitar.

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  • Antonio viu a lua crescente e perguntou onde estava a outra metade. Rs 

No dia seguinte voamos para Cairns.

17, 18, 19 e 20/06/2018

Dias 66 e 67 - Fraser Island com crianças

 

Foram 2 dias de aventura 4x4 pela maior ilha de areia do mundo, com muita diversão e lugares incríveis!

Existem 3 formas de conhecer a ilha:
- passeio de 1 dia em um ônibus 4x4
- entrar em um grupo que vai em carros 4x4 e ficar 2 ou 3 dias na ilha.
- alugar um 4x4 e passear livre pela ilha.

Optamos pela terceira alternativa. Fiquei um pouco nervosa, com medo de atolar nas tais estradas de areia, com as crianças, mas por outro lado, parecia a melhor alternativa pra elas, sem a correria e tempos cronometrados das opções em grupos.

Alugamos um land rover Discovery na Magic Fraser 4WD Hire, em Hervey Bay, fizemos a travessia de 30 minutos num ferry que saiu de River Heads, e chegamos à tão esperada a Fraser Island. 

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As empresas, que alugam os jipes, ensinam como dirigir na areia, ajudam com o roteiro, que pode variar dependendo da maré e organizam tudo com o ferry. (Foi tudo ok com a empresa que escolhemos, mas como tivemos que cancelar nossa primeira reserva, parece que ficaram um pouco chateados e não achamos o atendimento tão bom assim. O carro era bem antigo, mas não tivemos problemas, além das portas um pouco emperradas.)

Como Antonio ainda fez mais um pico de febre depois que já estava melhorando, acabamos cancelando nosso primeiro aluguel do jipe e, por ser uma ilha com pouca infraestrutura, quase desistimos de fazer o passeio. 
Como a ilha parecia  ser algo bem especial, repensamos e decidimos ficar parados em Hervey Bay até que tudo ficasse 100% com a saúde do pequeno e pudéssemos nos sentir seguros. (Desistimos de continuar nossa jornada de motorhome até Cairns, deixando de conhecer Whitsundays. O que faz parte, em viagens com crianças.) 2 dias depois, já estava tudo ótimo: brincadeiras, bagunças e brigas já a todo vapor novamente, e lá fomos nós conhecer a tal ilha e levar os meninos para o primeiro passeio de "jipe do vovô" da vidinha deles. 

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Fraser Island é uma reserva natural considerada patrimônio da humanidade. Toda a fauna e flora é preservada, sendo o local da Austrália com os Dingos (última foto) mais puros. Eles são uma espécie de cachorro silvestre, que em outras regiões do país acaba se misturando com os cães domésticos.

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Todo o solo, e portanto, todas as estradas ao longo da ilha, são de areia. Lá existe uma estrada de 120 Km de praia. Tudo funciona como uma rodovia normal, tendo locais em que a velocidade máxima permitida é de 80 Km/h. Podemos dizer, na verdade, que tudo funciona quase como uma rodovia normal, já que em alguns pontos, tivemos que dividir a pista com pequenos aviões.

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Visitamos os principais pontos da ilha. Ficamos 2 dias e 1 noite. Com 1 noite a mais, daria pra conhecer a parte norte que faltou. Optamos por não fazer porque é uma parte mais difícil de dirigir e com passeios mais puxados para os meninos, com caminhadas.
O que achamos mais incrível, além da parte de dirigir sobre as areias, foi o Lake Mckenzie. Optamos por passar o segundo dia todo por lá, aproveitando a água azul e transparente e sua areia branca e fininha. Como acabamos reservando tudo de última hora, conseguimos apenas a balsa dás 14:30, para voltar. As pessoas, em geral, voltam na última, às 17h, o que daria para termos conhecido alguns outros lagos próximos, que faltaram também.

Lake Mckenze

Lake Mckenze

Lake Mckenzie

Lake Mckenzie


No primeiro dia, conhecemos o Maheno Wreck, com direito à encontrar algumas baleias turistando por lá também. Vimos as gigantes, da beira da praia!

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Fizemos nosso picnic de almoço no Eli Creek, um riozinho verde e transparente, que encontra o mar e onde as pessoas costumam levar boias para descer a correnteza calma que ele tem. 

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Finalizamos o dia no lago Boomarin, ao sul da ilha. O maior "perched lake" (lago formado apenas por águas da chuva - o Lake Mackenzie também tem essa formação) do mundo.

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Dormimos na Vilazinha de Eurong, no Eurong Beach Resort. Lá pudemos jantar e tomar café da manhã. Ficamos em uma apartamento, onde pudemos cozinhar legumes para o lanche do dia seguinte. É bom levar o máximo de comida que der, porque tudo na ilha é bem precário. (Existe um resort do lado oeste da ilha, mais afastados dos pontos principais, que parece ser maior e com um pouco mais de luxo. O  Kingfisher Bay Resort, mas não conhecemos.

O lake Wabby é um importante ponto a ser conhecido, sempre em destaque nos blogs sobre a ilha. Acabamos ficando sem tempo, mas fica perto do Lake Mckenzie. Não encontramos nada de interessante na Estação Central. Estava bem deserta no dia em que passamos.

  • Faz 2 dias que Antonio começou a ter crises de nervoso na hora de dormir. Chora por quase 1 hora pedindo mil coisas e dizendo que não vai dormir, tadico. Gabriel fecha o olhinho, pede pra dormir e apagar a luz. 

Em nossas pesquisas, usamos bastante as informações do blog penaestrada, que nos ajudaram muito. 
Os meninos gostaram de andar de jipe, no geral. Mas Antonio reclamou um pouco do balanço, já que atrapalhava os desenhos na lousinha mágica. Rs

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Dias 15 e 16/06/2018

Dias 63, 64 e 65 - Hervey Bay - Torquay Beach

Saímos de Noosa em direção a Hervey Bay, para amanhã para começarmos o passeio de 2 dias pela Fraser Island, um dos pontos altos da nossa viagem.
Paramos num camping à beira do mar, pé na areia, vizinho a um parquinho, na Torquay Beach. Compramos um sorvete, que foi o mais próximo que encontramos de um bolo, e velinhas para cantar parabéns para o papai que fez 39 anos hoje!                                                               

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Durante a noite, Antonio fez um pico de febre, inesperado, uma vez que já estava há mais de 48 bem. Fiquei bem nervosa com a possibilidade de ele não ter sarado totalmente e estar tendo uma recaída. Decidimos então, cancelar o passeio à ilha, do dia seguinte, já que era um lugar remoto, sem muita estrutura. Decidimos também cancelar a jornada de motorhome até Cairns, fazer essa parte ao sul da Sunshine Coast de forma mais lenta e voar, ao final, direto até Cairns, de onde sairia nosso vôo para o Japão. 
Dessa forma, seria mais tranquilo para os meninos e nós também conseguiríamos descansar, já que a semana com o Antonio doente não havia sido nada fácil para todos nós. 

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Passamos 2 dias de descanso e diversão na Torquay Beach. Aproveitamos para ir ao shopping comprar algumas coisas da Go Pro que estavam faltando, para podermos filmar o mergulho na barreira de corais.
Vimos um por do sol espetacular e aproveitamos o tempo juntos.

Viajar com crianças é assim:
Viver mais cada lugar,
Mudar os planos, 
Aproveitar o tempo juntos!

12, 13 e 14/06/2018

Dias 56 a 62 - Brisbane - Antonio doentinho

O dia 56 foi dia de vôo para Brisbane. Antonio acordou com piriri, o que a princípio parecia algo positivo do ponto de vista médico, porque ele estava com febre havia 24 horas sem qualquer sintoma. Assim, com a diarréia, estava dado um dianóstico e não seria nada mais sério. Provavelmente seria uma virose. A mesma do Gabriel, mas cada um teria manifestado de uma forma.

A viagem até Brisbane foi tranquila, os meninos ficaram bem, sem febre. Gabriel já estava melhorando do resfriado e desse vez não fez crise de bronquite, pela primeira vez em meses!

No fim do dia, pegamos nosso motorhome, passamos no mercado para fazer compras e nos instalamos em um camping central na cidade. O plano seria conhecer a cidade no dia seguinte e depois seguir viagem pela Sunshine Coast até Cairns, na nossa nova casinha sobre rodas. Há um post especial para ela e que fala sobre a empresa Apolo que utilizamos, também, clicando aqui.

No dia seguinte, o Antonio acordou cansadinho e resolvemos ficar no camping e aproveitamos para ajeitar a nova casa. Falamos com a Gabi, pediatra dos meninos no Brasil e começamos a dar probiótico e Hydralyte (equivalente ao nosso pedialyte) para hidratar.

No dia 58, Antonio acordou bem prostrado, havia feito febre de 39oC de madrugada e o piriri estava com sangue. Não estava comendo quase nada e só queria beber água. Ao lado do camping havia um centro médico e decidimos levá-lo até lá. o médico pediu exame de fezes e claro, não conseguimos colher, até o dia seguinte porque os episódios de piriri foram só pela manhã, naquele dia.

No dia 59, ele acordou um pouco pior, eu estava bem assutada. Voltamos ao médico e ele não nos atendeu  muito bem. Deu um antibiótico para tratar uma dor de garganta. Mas não era diarreia: Então, o questionei e ele nos tratou ainda pior. Falei com a Gabi que me orientou procurar um outro serviço médico. Seguimos para um PS infantil, o Lady Cilento Childrem Hospital e fomos muito bem atendidos pelos pediatras. O seguro também foi ótimo. Resolveu toda a questão dos pagamentos, sem qualquer burocracia. Utilizamos o Vital Card, que compramos através da agência Intercities. Antonio fez alguns exames, recebemos algumas orientações, e voltamos pra casa para esperar o exame de fezes ficar pronto, para decidirem se dariam antibiótico ou não.

Ele não melhorou e voltamos ao hospital ao final do dia. Estava muito prostrado e não conseguíamos dar nada para ele beber ou comer. Só ficava no colo o dia todo e ainda fazia febre.

Foram mais 2 dias de angústia, cuidando do nosso pequeno, com mais uma ida ao PS,  algumas conversas com os médicos pelo telefone (que foram atenciosos e eram bem competentes) até que na manhã seguinte, ele acordou melhor e foi evoluindo bem com o passar do dia. Voltou a comer, parou com os piriris e voltou a brincar! Ufa! Ao final desse dia, depois que já estava melhor, o bendito exame ficou pronto. Era uma bactéria, mas que não precisava tratar - até porque, ele já estava melhor!

Ficamos mais 1 dia por ali, para o pequeno se recuperar.

Fiz um post especial para falar sobre crianças doentes durante as viagens. Clique aqui para ver.

No dia 62, levantamos acampamento e seguimos para Nossa. Paramos para conhecer a famosa praia de Nossa e dormimos num camping à beira do Noosa River que adoramos. Pena que não teríamos dias extras para aproveitar mais.

Teríamos 10 dias para cumprir nosso trajeto. Seria um pouco apertado, mas com algumas escolhas, parecia algo factível.

05/06 a 11/06/2018

Dia 54 - St Kilda Market e Brighton Beach - Melbourne

Como para nós domingo é dia de feira, encontramos uma em St Kilda, uma praia ao norte de

Melbourne, que fica no caminho de Brighton Beach, a famosa praia das casinhas coloridas.

Fomos de trem. Colocando no google é bem fácil. Ele dá todo o trajeto e baldeação, se for necessário. Depois é só acompanhar no mapa e ver onde precisa descer.

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Para a feirinha, desdemos na estação Kilda Esplanade e já saímos em frente. Passeamos um pouquinho e almoçamos por lá nos food trucks.

 

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    Depois seguimos para Brighton Beach para ver as casinhas que são um charme. 

    Foram construídas há mais de 100 anos, com o intuito de preservar a moral das pessoas que frequentavam as praias. Elas existem em outros locais da Austrália (e também na França e Inglaterra), mas essas são únicas por sua escala e padrão uniforme. As 82 casinhas são mantidas da mesma forma, desde que foram construídas.

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    • Á tarde Gabriel começou a ficar com o nariz escorrendo e á noite fez febre.

    03/06/2018

    Dia 53 - 12 Apostles - Great Ocean Road - parte 2

    Passamos o dia vistando a região da Great Ocean Road que fica em torno da cidade Port Campbell.

    Começamos pelo mais famoso e também mais bonito ponto que é o 12 Apostles. Tem um estacionamento e um visitor center que fica no lado oposto à praia, na rodovia. Há um passagem, super acessível para carrinhos de bebês, por debaixo da estrada que leva à passarela com vista para o mar. O lugar é incrível! 

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    Voltamos ao Loch Ard Gorge para ver com mais calma, porque ontem havia sido meio corrido. Esse e todos os outros pontos, têm estacionamento no mesmo lado da praia, com pequenas caminhadas até lookout. Esse é um que dá pra descer até a praia. No Gibson Steps também dá, mas nesse dia estava com a maré bem alta e só sobrava um pequena faixa de areia. Acabamos não descendo.

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    London Bridge

    O que era uma ponte, em que as pessoas subiam e chegavam até a ponta, a partir de 1990 tornou-se um arco. A parte do meio cedeu e 2 turistas ficaram ilhados até serem resgatados por um helicóptero. Ninguém se feriu. 

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    The Grotto

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    Bay of Island

    Esse é o último ponto que visitamos da Great Ocean Road, que fica na cidade de Peterborough. De lá, voltamos para Melbourne, pelo caminho de dentro (pegamos a C163, A1 e M1), que é mais rápido do que voltar por toda a estrada litorânea. Mesmo assim, demoraramos 3 horas. Os meninos dormiram a primeira metade e depois vieram comendo e brincando, bem tranquilos.

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    Desde que viram um menina fazendo isso no escorregador em Sydney, aprenderam, e param para pendurar em todos os lugares do caminho!

    Os meninos estão muito falantes, aumentando o vocabulário de forma assustadora. rs. As historinhas normais não têm feito muito sucesso. Quando fechamos os livrinhos antes de dormir, agora, fazemos um resumo do dia, que eles têm se interessado mais. Hoje quem contou como foi o dia foi o Antonio.

    02/06/2018

    Dia 52 - Great Ocean Road - parte 1

    Saímos de casa cedo, 09:30h, e fomos até a East Cost Rental Car, a um quarteirão do nosso apartamento, no CBD (centro da cidade), pegar o carro que alugamos. Fizemos a reserva no dia anterior pelo www.rentalcars.com . Reservamos cadeirinha para os meninos também, que custou USD 5,00 cada. Aqui na Australia, cadeirinhas são bem baratas. Pagamos AUD$ 35,00 por 17 dias, no aluguel do motorhome da Costa leste. 
    Pegamos a estrada que vai por dentro, até o início da Great Ocean Road em Torquay. É uma pequena cidade com uma praia de surf, a Bells Beach. Já na estrada, há uma região de lojas de roupas de aparatos para o esporte. Passado o centrinho da cidade, de frente para a praia, há alguns restaurantes e um pequenos parque, com mesinhas, banheiro e um playground. Paramos e fizemos um picnic. 

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    Torqu


    De lá, seguimos para Lorne. A partir desse ponto, a estrada fica mais bonita. Aqui é onde tem o mirante Teddy's lookout, onde podem ser visto cangurus em seu habitat natural. Lá também é uma outra opção para picnic com estrutura com mesinhas e bancos. (como chegamos atrasados ao por do sol no 12 Apostles, porque tudo com crianças demora mais do que o planejado, se fizéssemos de novo, pularíamos Torquay e começaríamos direto por aqui, sobrando mais tempo para aproveitar o ponto alto da estrada).

    Teddy´s Lookout

    Teddy´s Lookout

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    Um pouco mais a frente na estrada, começa a região do Kennett River, cheia de eucaliptos, e, consequentemente, koalas. Um bom lugar para ver os bichinhos é o Kafe Koala Kennett River. Há um bar e um estacionamento. Basta parar e procurar os animais pelas árvores por perto. Dá pra ver alguns pássaros bem bonitos também. Os meninos adoraram o passeio até aqui. 

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    "Pato Careca". Nosso apelido carinhoso para o bichinho que fez mais sucesso do que o koala, com os pequenosl

    "Pato Careca". Nosso apelido carinhoso para o bichinho que fez mais sucesso do que o koala, com os pequenosl


    Depois dessa parada, seguimos direto até os 12 apóstolos. Foi uma parte mais chata para os pequenos com um período mais longo só de estrada, de mais ou menos, 1 hora e meia.
    Chegamos no finalzinho do por do sol e não conseguimos parar no estacionamento dos apóstolos, que estava bem cheio e tem uma caminhada até chegar à vista. Achamos que não daria tempo de ver nada. Então, corremos para o Loch Ard Gorge, que também é lindo!

    Loch Ard Goerge

    Loch Ard Goerge

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    De lá, seguimos para nosso Airbnb em Timboon. Foi quando percebemos que estávamos sem internet. Na cidade de Port Campbell existe wi-fi, de graça por meia hora, mas também não estava funcionando. Seguimos à moda antiga, então. Usamos o GPS do Google maps, que funciona off line. Ele não faz o caminho mas permite ver o mapa e seguir a bolinha com a sua localização. Pegamos as instruções por escrito, que o Airbnb havia enviar e deu tudo certo! 
    Jantamos na nossa casinha na roça, os meninos fizeram a maior farra na cama nova, pulando sem parar e fomos dormir cedo.

    01/06/2018
     

    Dia 51 - Roteiro pelo centro de Melbourne

    Logo pela manhã, fomos ao Queen Victoria Market. É um mercado de carnes, frutos do mar, frutas e verduras e também tem uma parte de comidas prontas. A parte do açougue tem iguarias como carne de crocodilo, de canguru e miúdos de cabrito. Parece um pouco com o mercadão de São Paulo, mas com preços mais parecidos com os do supermercado comum, com algumas coisas até mais baratas. As pessoas usam para compras do dia a dia. 
    Fizemos compras para nossos jantares e também compramos polvo marinado, queijo e pão para almoçarmos. Voltamos pra casa para deixar as compras e comer. 

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    A tarde, fomos caminhar por alguns dos principais pontos da região central da cidade. Passamos por Chinatown, estação central, pela catedral St Paul, pela Federation Square e pelo Queen Victoria Garden.

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    Finalizamos na Hosier Lane, uma das regiões em que a arte de rua é permitida nas paredes. É um caminho curto e tranquilo para ser feito a pé. Existem um trem, o 35, que roda a parte vem central e é de graça. 

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    31/05/2018

    Dia 50 - Vôo para Melbourne - usando o trem para os aeroportos de Sydney e Melbourne

    Hoje foi dia de mudar e ir pra "ota cidade", como dizem os meninos. Criamos coragem e decidimos ir para o aeroporto de trem. A estação de trem ficava na esquina do nosso Airbnb e o trem, em 20 minutos estava no terminal do aeroporto. Ainda existem 2 estações, uma para o embarque doméstico e outra para o internacional. Foi muito fácil e bem mais barato do que o táxi. O trem tem espaço para colocar o carrinho de bebê, o que ajuda muito. Não precisamos tirar os meninos do carrinho (e nem tudo que estava pendurado nele, rs), porque os vagões tem espaço próprio para isso. Mais uma prova do incrível transporte público de Sydney. Não me canso de elogiar, desde a primeira vez que utilizamos. 

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    O vôo até Melbourne foi rápido e tranquilo. Quando chegamos, depois da nossa boa experiência em Sydney, não quisemos mais saber de táxi. No aeroporto existe o Skybus, que em 20 minutos está na Southern Cross Station, no centro da cidade. Dessa estação principal, eles oferecem um transfer que nos deixou mais perto do nosso endereço. Caminhamos um pouquinho e chegamos. Aqui, também não precisamos tirar os meninos do carrinho em nenhuma parte do trajeto. Os ônibus tem espaço para carrinhos e cadeiras de rodas, além de locais apropriados para as malas, na parte em que vão os passageiros mesmo. É tudo ágil e fácil. Pegamos o sky bus no terminal 4. Existem indicações pelo saguão de desembarque. Compramos os tickets lá mesmo, em um quiosque em frente ao ponto do ônibus, já na parte externa do aeroporto. Custou AUD 38,00/pessoa, ida e volta. Eles dão um pequeno desconto quando já compramos a volta junto. 

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    • Gabriel acordou de muito bom humor hoje, do modo "atacado", ou "perdoado", como falamos por aqui, em nossa piada interna! Estava super brincalhão, falando horrores e atormentando o coitado do Antonio. Não parava 1 minuto. Depois da soneca da tarde então, ninguém estava dando conta de tanta animação. rs

    30/05/2018

    Dia 49 - Mainly Beach e Sherly Beach

    Hoje foi nosso último dia em Sydney e a previsão dizia que seria o mais quente também. A pedida, então, foi pegar uma praia. Resolvemos repetir Mainly, já que no domingo, ficamos apenas curtindo o festival de comida e vinho e ainda queríamos conhecer a vizinha Shelly Beach.

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    Pegamos o ferry e em meia hora estávamos lá. Bem mais calma e vazia hoje.
    Passeamos pelo calçadão, e passamos o dia em Shelly Beach, uma pequena praia e reserva marinha, em Mainly. Beleza de tirar o fôlego e um mar bem calminho. Ótima opção para quem quer conhecer a agitada Mainly Beach com crianças.

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    Papai, enfim, conseguiu nadar em uma dessas piscinas no mar que existem por aqui, em várias praias, sendo Shelly uma delas. 

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    • Voltamos pra casa cedo, ajeitamos um pouco as coisas, já que amanhã seria dia de mudança e recebemos a notícia de que a avó do Rafa, a biza Laura, de 98 anos, havia falecido. 
    • Desde que os meninos acordaram e ficaram lendo livrinho sozinhos, sem nos chamar, há uns 3 dias, começamos a deixar água e brinquedos em volta da cama. Hoje, de novo, eles acordaram e ficaram brincando, dessa vez, com madeirinhas de encaixar. Uma fofura só! Como da outra vez, eles passaram o dia super bem e mais independentes. Andaram bastante, sem precisar de tanto colo e à noite, jantamos todos tranquilos.
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    29/05/2018

    Dia 48 - Sydney - passeio pela Harbor Bridge e Rose Bay

    Hoje decidimos ficar descansando, de bobeira pela cidade. 
    Fizemos um passeio a pé por cima da Harbor bridge, passando pelo boêmio bairro The Rocks (Nos finais de semana acontecem feirinhas de artesanato e comida pelas ruas dos vários pubs e cafés, por lá) e terminamos no Circular Quay, pier principal da cidade, onde fica a Opera House.

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    Como tínhamos tempo, resolvemos ir até a Rose Bay, que ainda não conhecíamos. Pegamos parte do por do sol por lá, em um parquinho na beira da praia e voltamos pra casa pelo Darling Harbor. Pegamos um ferry que fazia parada no Circular Quay, mas seguia até a Darling Harbor, passando por baixo da Harbor Bridge. 

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    Depois vimos que o caminha que fizemos, sobre a ponte, partindo da estação Milsons Point do trem, é uma das mais recomendadas da cidade. Foi realmente uma delícia, com uma vista linda da baía e da Opera House.

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    obs: essa estação também dá acesso ao parque de diversões Luna Park, que pode ser um programa pra se fazer com crianças, ainda mais se forem um pouco maiores do que as nossas.

    28/06/2018

    Dia 47 - Mainly Beach

    Decidimos conhecer Mainly Beach, a badalada praia dos surfista e restaurantes, além de muitos brasileiros. Fomos de Ferry, que estava bem cheio, mas super tranquilo. Aos domingos o transporte público é mais barato. Pagamos apenas AUD$ 2,60, ida e volta. O trajeto dura 30 minutos e é bem bonito, com vista para a cidade.

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     Descobrimos, quando chegamos, que havia um festival de comidas e vinhos, com música ao vivo, rolando por lá: o Mainly Taste.

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    Foi uma delícia! Nos sentimos dentro de um filme. Passamos o dia beliscando comidinhas e experimentando vinho, sentados na último degrau da arquibancada da praia, enquanto os pequenos se entretinham com a areia e os baldinhos.

    Junto com o Vivid, essa é uma ótima pedida para quem visitar Sydney em maio.

    • Antonio viu um poodle e disse: "esse auau está parecendo um bééé!" kkkk

    27/05/2018

     

    Dia 46 - Kings Cross Food Market e Vivid Festival

    Começamos o dia por uma feira de comidas e orgânicos na região de Kings Cross. Fica numa praça, com um parquinho e uma grama para um solzinho pela manhã. Existem várias opções de comida, bem internacional. Nós comemos um ravióli de beterraba recheado de abóbora e batata doce e um gozleme de espinafre com queijo e cogumelos, um tipo de panqueca turca. De sobremesa, os meninos comeram morangos orgânicos e docinhos e nós, uma torta de amêndoas com cerejas, deliciosa!

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    De lá, fomos passear na região do Hyde Park e conhecemos a St. Mary´s Cathedral e o Queen Victoria Building, uma galeria em um prédio histórico, cheio de vitrais.

    Hyde Park e St Mary´s Cathedral.

    Hyde Park e St Mary´s Cathedral.

    Seguimos para o parquinho de águas de Darling Harbor, onde os meninos brincaram e encontramos o meu amigo Maurício. Passamos o restante do dia juntos. Fomos até Bangaroo, que é uma continuação de Darling Harbor. Um local cheio de restaurantes com vista para a baía. Paramos e jantamos em um deles. 

    Finalizamos o dia no festival de luzes Vivid que havia começado ontem. São shows de luzes que acontecem por toda a cidade. Fomos ver a Opera House. O show do Tangaroo Zoo é muito recomendado. Tem uma vista para Sydney e as luzes são com motivos de animais. Nós acabamos não indo.

    Ficamos encantados com a organização do transporte público, do trânsito e do fluxo de pessoas para visitar as atrações! Apesar da multidão de pessoas, tudo fluiu muito tranquilo.

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    26/05/018

    Dia 45 - Bronte Beach - Trilha costeira parte 2

    Hoje fomos fazer o restante da parte mais famosa da trilha costeira que vai de Bondi Beach a Cooge Beach. Recomeçamos de onde havíamos parado, na Bronte Beach. Fizemos o caminho de trem até Bondi Junction, um terminal e trem e ônibus, e depois com um ônibus, o 379, até a praia. Todo o transporte público por aqui é muito fácil de ser utilizado. Os vagões dos trens e ônibus têm espaços para o carrinho de bebês.

    Almoçamos num restaurante super simpático na pequena orla e fomos para o parquinho. A ideia era cansar os meninos pra ver se eles dormiam enquanto a gente terminava a trilha, o que funcionou!

    O parquinho, como na maioria das vezes por aqui, é incrível. Fica no parque ao redor da praia.

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    Bronte Beach e sua piscina

    Bronte Beach e sua piscina

    Trilha costeira

    Trilha costeira

    Gordons Bay

    Gordons Bay

    Dolphins Point

    Dolphins Point

    Enfim, Coogee Beach

    Enfim, Coogee Beach

    Na volta, pegamos o ônibus direto para o Circular Quay.

     

    25/05/2018

    Dia 44 - Featherdale Wildlife Park

    O  Featherdale Wildline Park é um pequeno zoológico que fica a 1 hora de Sydney. Os cangurus ficam soltos e pegam comida na nossa mão. Um lugar super gostoso e tranquilo para as crianças.

    Fomos de trem. Na estação Blacktown, é preciso pegar o ônibus 729 que sai da paltaforma E e passa acada meia hora, mais ou menos. O trajeto dura 10 minutos, o ônibus pára em frente ao portão do parque e o motorista avisa.

    Custa AUD$32,00, por adulto, para entrar, e crianças menores de 3 anos não pagam. Cada potinho de comida custa AUD$2,00 e 2 foram suficientes para nós.

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    Detalhe do filhotinho na bolsa da mamãe canguru!!

    Detalhe do filhotinho na bolsa da mamãe canguru!!

     O parque é bem seguro, os cangurus são super mansinhos, o que pode nem  sempre ser uma realidade nos parques em que esses animais moram mais livremente. O país tem cangurus por todos os lados. Em algumas praias, como Jervis Bay, os cagurus aparecem na areia e pelas casas. Também há um parque, que fica a umas 2 horas de Sydney em que se pode encontrá-los livres, o Morriset Park. Com os meninos pequenos, preferimos o Featherdale, e adoramos a opção!

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    Além dos cangurus, há coalas, diabo da tasmânia, entre outros bichinhos da região, além de uma fazendinha em que as crianças podem tocar os animais.

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    Hoje foi um dia ótimo para os pequenos. Acordaram e ficaram brincado sozinhos, sem nos chamar. Quando cheguei na sala, perguntei o que estavam fazendo e o Antonio respondeu: "lendo livinho".

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    À noite, quando voltamos, eles ficaram brincando sozinhos com o cesto de roupas e pudemos jantar tranquilos. Os meninos andavam um pouco grudados na gente, e principalmente, o Antonio, com muito ciúmes de nós com o irmão. Hoje foi o início da volta a dias mais calmos.

    Ah, de cima do cesto, o Antonio aprendeu a virar cambalhotas.

    24/05/2018

    Dia 43 - Fish Market - Dalirling Harbor

    Hoje passamos um dia tranquilos pela cidade. Passseamos pelo Darling Harbor, onde ficam várias atrações da cidade: Aquário, Wild Life Sydney Zoo, Madame Tussauds (museu de cera) e o Museu Marítimo.  

    Pyrmont Bridge

    Pyrmont Bridge

    Passando pela Pyrmont Bridge, chegamos ao mercado de peixes. Não é muito grande mas vale a pena. É tudo arrumado e limpo. Eles têm peixes e mariscos crus para vender e também, comidas prontas, o que inclui comida japonesa fresquinha. Pra quem gosta de ostras, foi o lugar mais barato que encontramos. As bancas são incríveis com vários aquários com caranguejos, mariscos e lagostas gigantes. Os meninos adoraram.

    Existe uma loja de frutas e legumes, mas achamos bem mais cara do que os supermercados e com nada de muito diferente. Também há uma padaria, mas não gostamos do pão, nem dos cookies que compramos.

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    Na ida, passamos por cima da Pyrmont Bridge e no retorno, demos a volta na baía para chegarmos ao Playground de Darling Harbor que é incrível! Além da parte normal, que já é bem legal, tem um parque de águas que as crianças amaram.

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    Como não sabíamos dessa parte, não viemos preparados e quando vimos, já estavam os 2 dentro da água com tênis e tudo! Voltaram pra casa só de body e moletom. rs

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    Essa foi a região do mapa por onde andamos hoje. Era bem pertinho do nosso apartamento Napoleon on Kent.

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    23/05/2018

    Dia 42 - Bondi Beach - Trilha Costeira parte 1

    Bondi Beach – Trilha costeira

    Hoje fomos conhecer a famosa Bondi Beach, que tem o clube com a piscina sobre o mar. O plano era fazer a caminhada costeira, de 6 Km, até Coogee Beach. Fomos de ônibus, que é bem fácil de utilizar. E não é para menos, já que o transporte público daqui é considerado modelo pelos especialistas desse assunto. Utilizamos nosso cartão opal. Existem máquinas para recarregar o saldo, por vários pontos da cidade, e também dá para fazer pelo aplicativo. As infinitas lojas de conveniência, espalhadas pela cidade, também recarregam e vendem o cartão.

    Para Bondi Beach, dá pra pegar as linhas 380 e 333, saindo do terminal B, no Circular Quay, que fica em frente ao terminal 2. No ponto, tem todos os horários de saída dos ônibus. O trajeto durou uns 20 minutos e já estávamos na praia. Não estava muito cheia. Ficamos brincando na areia, comemos um lanche, fomos conhecer o clube, em que pode-se pagar uma taxa para usar a piscina.

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    De lá, começa a trilha costeira, em direção a Coogee Beach. É mais uma caminhada do que uma trilha, que vai beirando toda a costa.

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    O chão é todo pavimentado, que seria perfeito para utilizar o carrinho de bebês, não fossem as escadas. Os meninos queriam parar em todas as praias para brincar, e assim, só chegamos até Bronte Beach. O bom, é que dessa forma, descobrimos em Bronte, uma lugar pra se encantar. Uma praia linda, também com uma piscina ao final do lado direito, um parque ao redor com mesinhas de picnic, churrasqueiras públicas e um parquinho enorme. Finalizamos nosso dia por aqui, brincando na areia e no gramado do parque.

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    Voltamos pra casa de ônibus. Pegamos o 379 para Bondi Junction, um terminal de ônibus e trem, para fazer a baldeação com o ônibus 380 para voltar ao Circular Quay.

    22/05/2018

    Dia 41 - Whatsons Bay

    Whatsons Bay é a vila de pescadores mais antiga da Austrália. Fica a apenas 20 minutos de ferry, saindo de Circular Quay, em Sydney (o pier principal, onde fica a Opera House). 

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    O Wharf 2 é de onde sai a maior quantidade de ferries para esse destino. Eles fazem parada na Rose Bay, uma outra praia dos arredores. Tivemos que comprar um cartão, o opal, que serve para todo o transporte público da cidade, que inclui os ferries. Precisa passar o cartão na máquina na entrada e na saída de todos os transportes que utilizar. Depois que ele é passado na saída, a máquina faz a conta do preço da passagem que depende da distância percorrida e dos dias da semana. Aos finais de semana, o ferry é mais barato. De vez em quando, passa um fiscal para checar se o cartão foi passado nas máquinas.

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    Camp Couve é a praia principal onde fica o famoso restaurante Doyles, de frutos do mar. Eles têm a opção de levar a comida e comer nas mesinhas do pier ou do parque que rodeia a praia. 
    A partir de lá, fizemos a trilha até o farol Hornby, passando por cima da pequena praia Lady Bay, que lá, descobrimos ser de nudismo. 

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    Durante todo o trajeto, é possível apreciar a vista do skyline de Sydney.

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    Além de toda a beleza do lugar em si, o passeio é uma ótima opção para ver a skyline de Sydney, com a Harbor Bridge e a Opera House. Na volta, ainda pegamos um lindo por do sol!!

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    • Durante a caminhada até o farol, o Gabriel aprendeu a pular da guia da calçada, com os 2 pés! O difícil foi continuar a trilha, porque ele só queria ficar ali, subindo e pulando.

    21/05/2018