Porque viajar com gêmeos

Porque viajar com os gêmeos?

Nova Zelândia - Praia Kaikoura

Nova Zelândia - Praia Kaikoura

Primeiro, porque se você gosta de viajar, não precisa se privar desse prazer só porque porque agora tem 2 bebês!

As viagens são mais lentas, vemos menos coisas do que antes, mas sempre vale muito à pena

As crianças têm as mesmas demandas que têm em casa e, muitas vezes dão menos trabalho. Pode ser bem mais leve cuidar dos gêmeos vendo uma paisagem incrível, experimentado uma comida diferente, ou apenas, passeando e aproveitando o balanço do carrinho para que eles tirem aquela soneca, às vezes sofrida, de forma bem fácil e o melhor, juntos, ao mesmo tempo!

Os bebês e as crianças voltam cheios de novidades das viagens. Estar o tempo todo com os pais e ter novas experiências acabam por desencadear saltos no desenvolvimento nos pequenos.

Esse tempo 100% dedicado ao viver e descobrir coisas juntos, em família só aumenta o vínculo entre todos e gera memórias e histórias que serão eternas!

Eles nos dão outra visão dos lugares visitados, com seus olhinhos detalhistas. Começamos a enxergar o que antes passava batido, como um passarinho ou um "auau" no plano de fundo de um quadro, em passeios por museus.

Montenegro - Lago Negro (Parque Nacional Durmito)

Montenegro - Lago Negro (Parque Nacional Durmito)

Eles nos fazem viver mais cada lugar.  Enquanto ficam horas jogando pedrinhas na beira do lago, somos obrigados a relaxar e a curtir a paisagem.

Ah, e não estou me referindo a passeios de criança. É bem possível viajar sem fazer programas de crianças em 100% do tempo. Eles não vão curtir da mesma forma que nós, mas encontram a maneira deles de aproveitar nossos passeios de adultos. Não acharão uma paisagem incrível, mas adorarão pegar pedrinhas pelo caminho, pular as poças, subir ou descer as rampas e degraus. Não irão apreciar a qualidade e beleza de um quadro ou de uma escultura, mas vão adorar brincar de procurar animaizinhos, nas obras pelos museus.

Bósnia - Sarajevo

Bósnia - Sarajevo

E também não estou falando apenas sobre atravessar o mundo com a dupla. Pode ser um fim de semana na cidade dos avós ou de algum tio, uma pousada na cidade vizinha ou um período mais longo em algum lugar mais distante, as novas experiências em família vão ficar gravados para sempre na memória e no coração!

Acho que a melhor pergunta seria: Porque não viajar com gêmeos!

Viajando pela Ásia com crianças


Ubud, Bali

Ubud, Bali

A Ásia tem muitos destinos incríveis, mas sempre bate uma insegurança quando pensamos em explorar esse continente de países tropicais e muitas vezes pouco desenvolvidos, principalmente se temos crianças na bagagem.

Primeiro, sim. existem locais onde o saneamento básico não é tão bom e existe um risco mairo de contrair algumas infecções transmitidas por alimentos ou por insetos. Um ponto importante é lembrar que muitos são países tropicais, como o Brasil, portanto, temos algumas semelhanças: as próprias doenças, que também podem ocorrer em alguns locais no interior do nosso país, mas também coisas boas como a mesma abundância de frutas e legumes, por exemplo. Como no Brasil, aqui também existem cidade grandes e desenvolvidas, em que podemos passar mais tranquilamente.

De qualquer forma, com crianças, sempre temos que tomar cuidados extras e juntei aqui algumas dicas para que a viagem com pequenos, pelos países do Ásia corram sem imprevisto.

1. Alimentação
Parece óbvio que temos que tomar cuidado com a alimentação, mas nosso pequeno pegou uma super infecção intestinal na Austrália (que nem seria um país de tanto risco assim) e outra em Gili, perto de Bali, então todo cuidado é pouco. Uma dica boa para analisar o tamanho da neura com a alimentação é prestar a atenção na água que sai da pia e do chuveiro: se tiver cheiro ruim ou não for transparente, sinal de saneamento básico ruim e portanto, sinal de alerta! Agora vamos lá a alguns detalhes:
- Água
Beber apenas água mineral. As frutas por aqui são uma delícia, como no Brasil, e  portanto, os sucos também. É preciso tomar cuidado com a água com que os sucos podem ser preparados. Se quiser tomar os preparados em restaurantes, uma dica pode ser olhar a nota e o número de avaliações no tripadvisory.  Restaurantes com grande fluxo de clientes, são mais confiáveis. 
Também tomar cuidado quando pedir  um refrigerante (os em lata ou de garrafas são mais garantidos do que os de máquina) e também cuidado ao pedir com gelo.
Muito cuidado com o banho e o momento de escobar os dentes para que os pequenos não engulam água.

Pode parecer um pouco de exagero, mas as crianças são mais sensíveis, então, o cuidado deve ser mesmo redobrado, principalmente nos locais em que a o saneamento básico é ruim.

- Comida

Bibimpap, parto tipico coreano.

Bibimpap, parto tipico coreano.

Aqui vale a dica dos restaurantes de maior fluxo de clientes. Não adianta apenas ter uma nota nos sites de avaliação, mas sim, ter sido avaliado por muitas pessoas. Quando procuramos pela rua, nunca entramos em lugares vazios. Também evitamos comer nos passeios distantes das cidades, como dentro de parques naturais, nas montanhas, por exemplo. Em geral, são lugares de difícil acesso para chegar a comida e não temos nunca sabemos o tempo em que elas estão lá, sendo requentadas.
Sempre lembramos das frutas e verduras cruas, mas as carnes mal conservadas são grandes responsáveis por quadros de infecções intestinais. Assim, elas devem ser sempre bem passadas, e os ovos também.
Nós ficamos bastante em Airbnb e muitas vezes preparamos a nossa comida.  Sempre que conseguimos, compramos alimentos orgânicos, que, por terem menos agrotóxicos, acabam podendo conter mais microorganismos. Nós temos hipoclorito na mala para deixar de molho as saladas e algumas frutas. Na Asia, encontramos um detergente próprio para alimentos, que usamos também. Bem fácil de achar nos supermercados comuns.
Cozinhando em casa, é preciso ter cautela com a conservação das carnes nos supermercados. Compramos um frango na Malásia que estragou depois de algumas horas na nossa geladeira. Nem conseguimos cozinhar. Uma dica, que aprendemos com uma prima que mora nas Filipinas, é nunca comprar as carnes “fresca”, já que não como sabermos se são frescas mesmo e sim, sempre comprar carnes congeladas.

Insetos

Como no Brasil, os países aqui têm clima tropical e muitas florestas também, que acabam sendo o habitat de muitos insetos. Alguns deles são transmissores de doenças como dengue e malária. Nem todos os locais são zonas de foco dessas doenças, mas picadas sempre incomodam os pequenos, então, não custa tomar cuidado.
Usamos repelente todos os dias, principalmente quando estamos em regiões de mais floresta e praia. Quando fazemos passeios mais para o interior da mata ainda (como nas plantações de arroz, por exemplo), usar calça leve, clara e larguinha, pode ser um cuidado a mais para ajudar as crianças a ficarem livres dos mosquitos. 
Nós hotéis ou Airbnb, se puder ter ar condicionado é sempre bom para escapar dos mosquitos durante a noite. Trouxemos um mosquiteiro, mas nunca conseguimos usar direito. Muito difícil encontrar lugares para prender, no teto, na parede... os meninos acordaram enrolados em todo aquele pano mal instalado... enfim, deixamos logo pelo caminho. O melhor mesmo foi mesmo ter ar condicionado.

Macacos

Existem florestas de macaco para visitar e também alguns templos e parques com macaquinhos aos redor em várias cidades da Ásia (Já encontramos em Ubud, Lombok, Kuala Lumpur e em Langkawi). Eles são tranquilos mas sempre estão em busca de comida, e podem acabar mordendo. O ideal é ir de mochila com tudo para dentro, sem comida, sacos pláticos ou garrafas à vista. Eles pegam até garrafinhas de água, se estiverem na parte de fora, visível. Se acontecer de ser mordido, precisa procurar atendimento médico, pelo risco de raiva (mesmo se tiver tomado a vacina).

Vacinas

Pode ser interessante procurar um médico do viajante antes de vir para a Ásia, dependendo de quanto tempo pretende ficar por aqui. Ele te dirá se há alguma vacina extra a ser tomada (Nós tomamos de febre tifóide e de raiva) e se há algum surto ou algum cuidado a mais a ser tomado. Em São Paulo, o Fleury tem esse serviço e o Emílio Ribas também. O segundo é se graça, e dá pra marcar consulta pela internet, além de ser um centro de referência em infectologia no país. Nós usamos esse serviço e foi ótimo! 

Hospedagem

Nos lugares com saneamento básico ruim, é importante a escolha do hotel. Os com mais estrutura, muitas vezes acabam tendo um tratamento de água diferenciado. Em El Nido, por exemplo, que é uma ilha bem precária nesse sentido, encontramos o Lagun Hotel, que tinha filtros de água em todos os andares. 

Sempre lembrar do ar condicionado para prevenir as picadas dos insetos noturnos.

Arroz integral e legumes no vapor, em nosso Airbnb em Ubud, Bali.

Arroz integral e legumes no vapor, em nosso Airbnb em Ubud, Bali.

Encontramos Airbnb em todos os países por onde passamos. Tem sido sempre uma boa opção para dar um pouco mais de espaço para os pequenos e também, pela possibilidade de cozinhar e comer um pouco da nossa comida ocidental. Além de ter um ótimo custo benefício.

Vôos

Pela Ásia existem muitas companhias aéreas diferentes das que estamos acostumadas. Quase todas operam de maneira Low Cost, o que significa que refeições, bagagens despachadas e marcação dos assentos não estão incluídos na tarifa inicial. Em nossa experiência, os aviões e o atendimento que recebemos foram sempre muito bons, às vezes até melhores do que de algumas empresas do ocidente. Para algumas ilhas menores, como El Nido (Filipinas) e Lombok (Indonésia), pegamos alguns aviões de hélice e os vôos foram bem tranquilos com aeronaves novinhas ou muito bem conservadas.

Crianças doentes durantes as viagens

Crianca doente sempre é um tema difícil aqui em casa. Todos saímos da rotina, noites sem dormir vigiando o sono dos pequenos e coração sempre apertado, esperando que no próximo dia as gargalhadas, bagunças e até as birras voltem a reinar. 
Pensar nessa situação durante uma viagem com as crianças, pode chegar a ser desesperador. Para nós, que viajamos com os meninos desde que eles tinham 5 meses, esse sempre foi o ponto difícil. Emocionalmente, por estarmos longe de casa e do hospital que conhecemos o caminho, nos sentimos mais frágeis e inseguros. 
Mas na prática, tudo acontece de forma muito parecida com o que aconteceria se estivéssemos no Brasil: 
- aos primeiros sinais de febre ou outro sintomas preocupante, como diarreia, por exemplo, falamos com nossa querida pediatra, Gabriela Castelo.
- seguimos as orientações que, em geral, são de observar, dar antitérmico. No caso do Antonio, da última vez, quando estávamos em Brisbane, ela também indicou probióticos e líquido especial para hidratação. Fomos na farmácia mais próxima e compramos sem problemas.
- como ele não melhorou e o quadro começou a se estender por mais do que o esperado o tempo de febre, falamos com a Dra. Gabriela novamente que nos orientou a procurar um hospital local para fazer exames de sangue e de fezes. 
- seguimos para o pronto socorro infantil que nos foi recomendado na recepção do camping. Fomos atendido por um médico desconhecido (como seria no Brasil, já que, em geral, o pediatra de nossos filhos não é o mesmo que está de plantão). 
- contamos tudo que foi feito, e as condutas dadas para nossa pediatra e voltamos pra casa para continuar cuidando do nosso pequeno. 
Se prestar bem atenção, é o mesmo procedimento que ocorre no Brasil, se temos alguma urgência num fim de semana, por exemplo. A grande diferença é que já sabemos o caminho do hospital e temos a pediatra mais perto.
Pra isso, logo que vemos que algo está começando, com os meninos, ja procuramos saber onde fica o centro médico ou hospital mais próximo, caso algo saia fora do comum, como foi dessa vez.

Só um detalhe a mais: antes do hospital, dessa vez, com o Antonio, fomos a uma centro médico ao lado do nosso camping. O médico deu uma conduta que a nossa pediatra do Brasil não concordou. Então, fomos a outro lugar, e dessa vez, encontramos ótimos médicos! 
Todos os atendimentos foram cobertos por nosso plano de saúde. (Vital Card, comprado através da agência de Viagens Intercities)

Pontos fundamentais para sobreviver às possíveis doenças dos pequenos durante as viagens:

1. Ter em mente que, em geral, os pequenos não têm nada grave e eles são bem fortes! (palavras da Dra. Grabiela Castelo.) Durante as viagens, isso não é diferente.
2. Ter um bom seguro de saúde de viagem. 
3.Ter um médico em que se confia para dar segurança sobre o que será sugerido e feito por um pediatra desconhecido. 
4. Procurar as informações sobre farmácias e hospitais próximos de onde estiver, quando houver o início de qualquer sintoma. Assim, caso haja alguma piora, fica mais tranquilo saber onde ir.
5. Pensar que existem crianças pelo mundo todo e que ficam doentes também. Assim, sempre haverá um bom local para atender nossos pequenos caso eles precisem.                                    6. Aproveitar que, como está de férias, terá 100% do tempo para dar todo o colinho do papai e da mamãe que ele precisará. 

 

Malas para viajar com gêmeos

Para arrumar as malas, quando fazemos viagens, os mantras são: praticidade e versatilidade aos imprevistos. Claro que esses pontos são bem mais importantes quando fazermos viagens mais longas e de avião, mas tento não perder esses focos mesmo quando vamos passar um fim de semana no interior, na casa dos avós, mesmo porque sempre voltamos com bagagens extras de quitutes caipiras.

Na verdade, praticidade, para quem tem gêmeos, ao meu ver, é a chave do sucesso! Tento fazer tudo o mais simples para que a rotina dupla seja o menos sobrecarregada possível, sobrando tempo para o que realmente importa, que é estar com os meninos. Acho que isso no dia-a-dia é importante e em viagem é fundamental. Um exemplo dessa economia de tempo, em pequenos detalhes, é usar a prática do “sleep and play”com as roupas, ou seja, eles já dormem com algo confortável e que dê para ser usado durante o dia seguinte. Dessa forma, liberamos um pouquinho mais de tempo para um café gostoso, ou uma brincadeira antes do trabalho, pela manhã. Falando em praticidade, vamos ao que interessa, de forma mais prática:

As malas: usamos 2 malas: 1 média de rodinha (para mim, rs) e um mochilão pra meu marido (o que libera um pouco as mãos) e + 2 mochilas menores para mala de mão. Além disso, levamos o que chamamos carinhosamente de salsichão: é uma daquelas malas moles, bem simples, que cabem e qualquer lugar, na ida, e dão a maior ajuda na volta, quando encontro algo que não tenho como deixar na viagem, algo de que eu preciso muito trazer para o Brasil. Rs Sempre levamos essa mala a mais como coringa, que quando cheia, parece um salshichão. Além disso, levamos o carrinho, que é do modelo guarda-chuva (Peg Perego) e 2 cangurus (os nossos podem ser usados como mochila, para carregar bebês de até 18 Kg, na frente ou nas costas, o que ajuda muito em alguns passeios difíceis de serem feitos com o carrinho, como algumas trilhas, por exemplo).

A mala dos gêmeos: o primeiro passo, é analisar a previsão do tempo (claro que sempre pode falhar, mas pelo menos, as temperatura máximas e mínimas não variam tanto). Escolho 1 roupa para cada dia (para o máximo de 15 dias – para viagens mais longas, já contamos que iremos lavar as roupinhas para reutilizar), sempre bem confortáveis, para que eles possam dormir e passear. Além dessa roupa coringa do dia, acrescento 1/3 a mais para imprevistos e mudanças no clima, alguma roupa que eu goste mais, que eu queira levar e um casaco pesado, caso a viagem seja para alguma lugar mais frio. Além disso, levo 1 sapato para cada bebê e meias. Também sempre levo paninhos de boca. Dependendo do tempo da viagem e caso haja mais imprevistos do que o previsto com sujeira nas roupas ou mundaça do clima, lavamos as roupas. Se a viagem tiver todas ou quase todas as hospedagens em Airbnb, levo a metade dos dias em roupas (se são 2 semanas de viagem, levo 7 trocas, e mais aquele 1/3), porque dá pra lavar facilmente. Essa regra serve para a nossa mala também e todos usamos as roupas sem passar, é claro!

O bom de lavar roupas nos apartamentos, que em geral têm ar condicionado (frio ou quente), é que acaba sendo uma bela tática para umidificar o ar!

Para dar banho nos bebês, compramos uma banheira inflável que não coube na mala, em nossa primeira viagem, quando os meninos tinham 5 meses. Optamos por deixar a tal banheira e improvisar. A alternativa que encontramos, foi dar banho no colo, no chuveiro: o que funcionou muito bem com o Antonio e foi o caos com o Gabriel. Seguimos, então, para o improviso do improviso: usar o álcool gel, que sempre tenho, para desinfetar a pia, tampar o ralinho e pronto: tínhamos uma banheira para o nosso pequeno. Sucesso! Gabriel adorou a banheirinha que arranjamos, e ali tomou seu banhinho durante toda a viagem. :)

Viagem de avião com gêmeos de 1 ano

Dessa vez, o destino foi San Diego. Eu precisava fazer uma viagem a trabalho e combinamos as férias do Rafa para que fossemos nós 4! Ainda amamentava, então, era mais um motivo para não me separar dos pimpolhos!

Antonio já estava andando, Gabriel engatinhando a todo vapor, então estávamos um pouco apreensivos sobre como seriam os vôos dessa vez... Mas, foi tudo tranquilo!

Malas com um pouco mais de brinquedos do que da última vez, mas tudo sempre o mais compacto possível: adesivos, livros, bloquinhos de encaixar... (veja malas pra viajar com gêmeos). Levamos comidinhas também, mas nos programamos para fazer um reforço no aerporto da conexão em NY. Temos sempre frutas na bolsa e conto sempre com um reabastecimento nos aeroportos. Se não dá pra fazer a refeição correta, como almoço ou jantar, por causa da conexão, ou de algum atraso, frutas são saudáveis, sustetam e eles amam! Ah, agora que já comem bem, levamos também queijinho picado ou mozzarela de nozinho que ajuda a sustentar nos horários das refeições maiores também.

Saimos num vôo noturno de Guarulhos (sempre preferimos os noturnos). Chegamos cedo ao aeroporto, jantamos por lá e logo era hora de embarcar. Ficaram se destraindo com as novidades, andaram um pouquinho pelo chão... Como todos já havíamos jantado, logo depois da decolagem trocamos os meninos, escovamos os dentes e dormimos!! Um sonho nós! Rs assim fomos a noite toda. Claro que para nós não foi um sono tão bom assim, porque tínhamos 2 “saquinhos de cimento” sobre a gente, mas foi bom demais!! No momento do café da manhã, acordaram com as luzes acessas e comeram todo nosso café – frutinhas, queijo e pão. Logo pousamos em NY, fizemos a imigração que agora é bem rápida por causa das máquinas. Estávamos bem preocupados com o vôo até San Diego, mas mais um vez nos surpreendemos! Apesar de terem dormido bem à noite, não é como dormir em casa, então ainda estavam bem cansados. Brincaram um pouco, comeram mais umas frutinhas e capotaram! Uns 40 minutos antes da chegada acordaram, brincamos um pouco e logo chegamos! A viagem foi sucesso!