Dia 111 - Gili Trawagan - Passeio de barco

Hoje fizemos um passeio de barco por alguns pontos para mergulho com snorkel e também com paradas nas 2 ilhas Gili vizinhas: Meno e Air.

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Custou 150K rupias/pessoa ( mais ou menos 10,00 dólares), por 4 horas, em um tour coletivo, com o total de 19 pessoas. 
Paramos em 4 lugares para mergulho e vimos tartarugas em 2 deles. Ao final, almoçamos em um hotel em Gili Air (não incluso no pacote). A parada em Gili Meno foi cancelada por causa das ondas mais agitadas.
O passeio privado, de 2 horas, custava 700k e o de 4h, 1100k. Achamos que o de 2 horas valeria super a pena, depois que fomos no coletivo. 
Seriam 2 horas apenas nos locais de mergulho e voltaríamos para almoçar em G.Trawagan mesmo. O restaurante em G.Air foi bem ok, mais caro e foi a única coisa que conhecemos na ilha. Não havia tempo para passear por lá. Além disso, os tempos para snorkeling foram super corridos, principalmente para nós que precisamos revezar para cuidar dos meninos. Aliás, foi algo que aprendemos: melhor fazer um tour privado menor ou economizar em alguma outra coisa e fazer passeios de barco mais privados, para nós que temos crianças pequenas. Em El Nido, decidimos ficar menos tempo (por outros motivos também) e fizemos os passeios com o barco só para nós. Foi perfeito!
Todos os barcos têm chão de vidro e os meninos puderam ver muitos peixinhos. 

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Na volta, fomos até o Sunset Point, do outro lado da ilha para ver o por do sol no Aston. Por do sol incrível! Adoramos o bar também. 

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A partir das 8pm há cinema ao ar livre.

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Voltamos de charrete que é o principal meio de transporte da cidade, junto com as bicicletas. Eles passavam pela gente o dia todo e os meninos estavam malucos pra andar. Pagamos 150k pelo trajeto do Sunset Point até o Turtle Point. Não há veículos motorizados na ilha. 

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Jantamos na famosa Regina Pizzaria e adoramos! Forno a lenha e pizza muito boa.

30/07/208

Dia 110 - Gili Trawagan - Turtle Point

Acordamos, tomamaos cafe no hotel e fomos aproveitar a nossa praia. Ficamos hospedados bem em frente ao Turtle Point, lado da ilha com face para Gili Meno e também bem perto do pier de chegada, porém afastado das baladas. A localização era perfeita. O Turtle Beach Resort é simples, como a maioria das acomodações por aqui, bem limpo e com pessoas muito simpáticas. A água é quente apenas em alguns quartos e em todos, é um pouco salgada. A estrutura na ilha não é das mais sofisticadas. Os hotéis do lado oposto da ilha, na pria do Sunset Point são um pouco maiores, mas não sei dizer mais detalhes. Parecem um pouco melhores, porém mais afastados da vilazinha e com uma praia não tão boa para nadar.

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Na praia, escolhemos barraca Coral 2, com caderinhas sob a sombra de uma árvore. Passamos o dia por lá. Eu e o Rafa revezamos para fazer snorkeling e vimos muitos peixinhos e tartarugas, logo ali na praia, no encontro dos tons diferentes de azul.

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Almoçamos e fomos para o hotel tirar um cochilo. A noite fomos ao centrinho, perto do pier e jantamos no night market. Escolhemos nosso peixe nas banquinhas de pescadores, que depois é feito na brasa e servido com arroz. 
Na volta ao hotel, paramos em um restaurante, sentamos em uma espreguiçadeira e ficamos curtindo a lua cheia. Os meninos comeram um bowl de frutas.

29/07/2018

Dias 108 e 109 - Nossa saga até as Ilhas Gili

Como disse o Rafa, parece que o paraíso não vem de graça. rs

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Tínhamos 20 dias para ficar na Indonésia
O plano era conhecer Ubud e seguir para Gili e depois Nusa Lembongan. 2 dias antes de sair nosso barco para a ilha, chega a informação de que todas as embarcações estavam canceladas até lá por causa de certas ondas gigantes em alto mar. Decidimos inverter a ordem das ilhas, já que Nusa fica mais perto de Bali, e por isso, parecia que as coisas estavam correndo normalmente. Falamos com as pousadas, pedimos para mudar tudo sem taxas (e conseguimos), trocamos o voucher do barco e pronto. Tudo resolvido, voltamos a curtir Ubud. Na noite anterior à nossa saída, malas feitas... Gabriel começa a fazer febre e o maior problema pra mim: sem sintomas. Enquanto estava sem sintomas, não sabia o que era. Toda a chance de ser apenas um resfriado pego do Antonio que havia tido febre 1 semana antes, mas na minha cabeça já poderia ser dengue, malária, ou qualquer outra coisa grave desse lado do mundo que eu desconhecesse. Imediatamente vem quela sensação de insegurança e dúvida se estamos fazendo a coisa certa. De manhã, cancelamos tudo até o baixinho melhorar. No fim, foram menos de 24h de febre, um episódio de piriri e o pequeno já estava 100%! Vamos a Nusa então? Não, o mar já estava fechado pra lá também. Gili abriria o mar em 2 dias, e como esse era nosso destino preferido por aqui, cancelamos Nusa e deixarmos o barco para Gili marcado (contato com as pousadas de novo, alteração de data, cancelamento, será que dá pra ser sem taxa...) 
Um dia antes de partirmos recebemos um telefonema e Gili ainda estava fechado para as lanças rápidas, mas teria um tal slow boat, um ferry que estava chegando. Queríamos muito ir, mas ao mesmo tempo, será que esse slow boat seria seguro mesmo? Passamos o dia pesquisando na internet pra tentar entender melhor. Falávamos com as pessoas aqui, mas cada um dava uma informação diferente. Encontramos outros turistas seguindo o mesmo caminho. Passamos por algo que foi uma das coisas mais difíceis na viagem: a sensação de insegurança, de que estamos mesmos sozinhos, sem ninguém em quem confiar. 
Claro que do ponto de vista de conforto da alma, por um lado, seria mais fácil cancelar tudo e deixar de conhecer Gili. Mas se pensarmos assim, seria mais fácil não ter saído do conforto e segurança da nossa casa. Nosso foco é sempre achar o equilíbrio entre o que queremos conhecer e o que é seguro para os meninos. Dessa vez foi difícil, ainda mais porque eu e o Rafa tínhamos opiniões diferentes. 
Com nosso estresse, claro que o clima geral da família ficou abalado. Os meninos ficaram bravos, com ataques de ciúmes e de birras o dia todo. 
Até que conseguimos falar com a pessoa que havia nos vendido os tickets do barco e ele disse que não seria tão seguro ir com as crianças. Graças a Deus! Meu coração até voltou a bater. Eu ja não gosto tanto de barcos e estava bem estressada com a ideia das ondas gigantes. E dessa vez, fazia todo sentido confiar nessa informação, já que o maior problema que sentimos aqui em Bali foi a necessidade de tirar proveito e dinheiro dos turistas a qualquer custo, principalmente dos taxistas e agentes de turismo. Como a pessoa que havia nos vendido e devolveria nosso dinheiro, disse que não seria seguro, aí estava uma informação para confiarmos!
Decidimos então ir de avião, mesmo sendo um pouco mais caro. Quando fui comprar, não tinha mais. Umas 2 horas depois, resolvi checar e apareceu um novo vôo! Oba! Tudo resolvido! 

No dia seguinte, arrumamos tudo, almoçamos e saímos para dormir em um hotel ao lado do aeroporto, já que em nosso hotel não havia lugar para uma noite extra. Foram 2 horas de carro até lá. Passamos o dia descansando no Grandmas Airport Hotel.
No próximo dia, almoçamos e lá fomos nós para o aerorporto. Mas o que parecia glamour e vida de turista de férias e não em viagem de longo prazo, como nós, não foi tão glamour assim: foram 4 horas entre a antecedência no aerorporto para fazer checkin, atraso, 25 minutod de vôo (com direito a serviço de bordo - momento glamour, rs) e espera das malas de volta. Enfim, estávamos prontos para pegar nosso táxi, para o hotel, só que não. O vôo desce na ilha vizinha, Lombok.

 Assistindo ao "teatrinho" das comissárias.

Assistindo ao "teatrinho" das comissárias.

Do aeroporto, pegamos um táxi de 2 horas até o Porto Bangsal, onde tinha um barquinho nos esperando e em 15 minutos, enfim, chegamos. Com o atraso do vôo, tivemos que pegar o barquinho a noite, e confesso que bateu de novo aquela pergunta na minha cabeça: será que deveríamos estar aqui mesmo? Mas foi tudo tranquilo, era bem perto e ganhamos uma lua cheia laranja, refletindo no mar, como recompensa. 
Chegamos na ilha e a sensação de paz foi imediata. Já estava até chateada de ter só 5 dias, já que o plano era ficar 1 semana. Os meninos se acalmaram e tudo voltou ao normal. Foi tanta paz, houve um terremoto com Lombok, aquela ilha vizinha, e chegou até Gili, durante a primeira madrugada nossa por aqui. Acordamos com o barulho das telhas, do nosso bangalô mexendo, e como não conhecíamos terremoto, achamos que era um vento forte. Durou alguns segundos e, como o "vento" passou, voltamos a dormir. Descobrimos o que foi no dia seguinte quando vimos plaquinhas pela cidade para arrecadar fundos para as vítimas do terremoto. Que terremoto? Onde? E Ainda demoramos algumas horas pra conectar que aquele "vento forte" havia sido mesmo um terremoto.

Na noite em que chegamos, jantamos no Pitug, um dos restaurantes que mais gostamos. Comemos um Curry de Jaca e o melhor bowl de frutas da cidade.

27 e 28/07/2018

Clique aqui para ver todos as informações de como chegar às ilhas Gili.

 

Dias 104 a 107

Hoje iríamos para Nusa Lembongan. O plano inicial era ir para Gili primeiro, mas os barcos estavam cancelados por causa das altas ondas e parecia que para Nusa o mar estava mais calmo. Gabriel amanheceu com febre de 38,2 e como ainda estava sem sintomas, não sabíamos se era o resfriado do Antonio que havia passado pra ele, ou se poderia ser outra coisa. Cancelamos tudo e passamos o dia em casa. O baixinho passou o dia todo febril e à noite, apresentou 1 episódio de piriri. O mar de Nusa acabou fechando também. Como Gili era a nossa preferida, e não conseguiríamos mais fazer as 2 ilhas, como programado, cancelamos Nusa e decidimos ficar em Bali. Como a região Norte da cidade era a que a gente mais havia gostado, no dia seguinte, mudamos para o hotel Alas Peluntu Cottage, que adoramos! Veja onde ficar em Ubud (clique aqui)

Conseguimos rearranjar tudo, quase sem custo. Só tivemos que pagar 1 diária para cancelar o hotel de Nusa (que já havíamos alterado as datas 1 vez).

Gabriel não teve mais febre e nem qualquer outro sintoma. Amanheceu ótimo! Arrumamos as coisas, almoçamos no Three Monkey café, com vista para um arrozal, super bem cuidado, verdinho, em um ambiente super aconchegante e uma comida muito gostosa. Passamos na lavanderia para pegar nossas roupas (que aqui vêem passadinhas. rs) e fomos para o novo hotel. Passamos 3 dias por ali, na piscina, descansando e comendo no entorno.

No dia 26, pela manhã, recebemos a notícia de que o fast boat ainda estava cancelado para Gili! E tivemos mais um dia de remanejamento e alterações de planos. Passamos o dia no hotel buscando informações, arrumando as malas e refazendo tudo. Foi um dia um pouco estressante porque não conseguíamos confiar nas informações que recebíamos para tomar a melhor decisão sobre cancelar Gili de vez, tentar de outra forma....

Com toda nossa agitação, os meninos ficaram bem estressados também, e o dia foi bem difícil.

Dias 23, 24, 25, e 26/07/018.

Dia 103 - Jatilwuih Rice Terrace e Dança no Ubud Palace

Dia de conhecer o maior e mais fomoso terraço de arroz: o Jatilwuih Rice Terrace, considerado patrimônio da humanidade, pela UNESCO, por ainda manter o seu tradicional sistema milenar de irrigação. 

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Ubud, e toda a região, parece que foi construída em meio às plantações arroz. Existem desde de pequenos terrenos, ao fundo das casas (como em nosso Airbnb e em alguns restaurantes no centro da cidade), até enormes terraços como esse e o Jatilwuih, que achamos realmente incrível. Se tiver tempo, porque fica um pouco mais afastado da cidade, vale muito a visita. Mais uma vez, estava em época de plantação e não vimos tudo verdinho, mas mesmo assim, o lugar é muito bonito.

Voltamos e almoçamos no Clear cafe, no centro. Um restaurante super gostoso, com mesinhas no chão e um daqueles canos que vem do andar de cima, para as crianças escorregarem. A comida é toda natureba e muito saborosa.

 Clear Cafe

Clear Cafe

 Clear Cafe

Clear Cafe

Á tarde, os meninos ficaram um pouco na piscina e depois fomos ver a Dança Tipica de Bali no Ubud Palace (tem em vários prédios e templos pela cidade e custa entre 80k e 100k, que seria entre 6 a 8 dólares). É melhor chegar uns 30 minutos antes para pegar lugar. Chegamos com 15 minutos de antecedência e já estava bem cheio. Ficamos uns 40 minutos e saímos para jantar no Bonito. Os meninos estavam cansados e mal jantaram.

Antonio ficou com medo, e o Gabriel adorou! Vida de mãe de gêmeos, aprendendo a lidar com as diferenças entre os meninos.

 Ubud Palace no momento da apresentação de dança típica de Bali

Ubud Palace no momento da apresentação de dança típica de Bali

  • Pegamos um taxi para casa e foi a vez do Gabriel fazer febre de madrugada. :(

22/072018

 

Dia 102 - Green School Bali e Tegalalang Rice Terrace

Hoje foi dia de visitar a Green School, uma escola, que como o nome já diz, tem a sustentabilidade como um de seus pilares. O prédio é todo de bambu, que é fácil de plantar e em 3 a 4 anos já está pronto para ser utilizado, muito diferente de outras árvores que levam 50 anos para virarem adultas, por exemplo. Na verdade, tudo é feito de bambu, incluindo os móveis, a ponte...
 

 Ponte de Bambu

Ponte de Bambu

O ônibus escolar utiliza biodiesel que tem como matéria prima o resíduo do óleo de cozinha. É sustentável do ponto de vista ambiental e também, em relação à comunidade, já que ajuda a diminuir o mercado negro, que vende esse resíduo transformado para ser reutilizado, que existe aqui em Bali.

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As crianças têm matérias "verdes" nas plantações e criações orgânicas, nas estações de reciclagem do lixo e na compostagem. 
As aulas das matérias básicas são em salas abertas em meio à natureza. Toda o currículo e a forma de ensinar me pareceu uma mistura de Montessori com Waldorf. As matérias são ensinadas em sala de aula e colocadas em prática em atividades ao ar livre. A comunidade, os pais das crianças são sempre envolvidos com as atividades da escola. 

Como existem alunos de várias partes do mundo, as diferentes culturas são respeitadas e compartilhadas. O principal idioma é o inglês, mas alguns pais se dedicam a dar aulas extras no idioma o país de origem. Todos participam e se ajudam por aqui.

 Instrumento musical. Passando as mão os bambus emitem som. Local chamado de coração da escola..

Instrumento musical. Passando as mão os bambus emitem som. Local chamado de coração da escola..

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A ideia inicial era passar uns dias por aqui, ajudando e aprendendo, como voluntários. Mas o voluntariado de estrangeiros em entidades sem fins lucrativos, como essa, não estão permitidos, no momento, pelo governo da Indonésia. Fizemos uma visita guiada, que já dá uma boa noção do incrível trabalho que é feito na escola. Há uma opção de unir a visitas a lugares parceiros e também a de ficar hospedado numa pequena pousada, na escola. Existe, alguns minicursos que são dados aqui também. O site tem bastante informações e a comunicação com eles é bem fácil por email.

De lá fomos almoçar no Green Kubu Cafe, um restaurante um pouco mais afastado da cidade, perto do Tegalalang Rice Terrace, onde fomos em seguida. O restaurante tem mesinhas no gramado, com puffs no chão e um daqueles balanços balineses, sobre a floresta. Um dos mais baratos que encontramos: menos de U$2,00 por pessoa, para ir de frente e de costas. O Antonio foi comigo, amarrado com aqueles cintos de segurança. Nosso pequeno aventureiro. O Gabriel estava animadinho, mas depois que dei um grito, quando balancei de frente para a floresta, ele se assustou de desistiu. :(

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 Balanço Green Kubu Cafe

Balanço Green Kubu Cafe

Depois de balançar, fomos enfim, conhecer o famoso terraço de arroz. Infelizmente, estamos em época de plantação na maioria dos campos e por isso, não vimos aquele verdinho das fotos, mas os terraços são lindos mesmo assim.

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 Tomamos uma água de coco em um dos cafes e ganhamos o direito e usar o deck para tirar foto.

Tomamos uma água de coco em um dos cafes e ganhamos o direito e usar o deck para tirar foto.

Na beira dos terraços existem vários cafés com vista. Paramos em um deles e os meninos experimentaram água de coco pela primeira vez e nem preciso dizer, que adoraram!

Jantamos no Three Monkeys Cafe, no centrinho - comida muito boa, com uma pizza bem gostosa. Há uma plantação de arroz bem bonita ao fundo.

 Three Monkeys Cafe: essa foto foi tirara no almoço, em um outro dia em que votamos lá.

Three Monkeys Cafe: essa foto foi tirara no almoço, em um outro dia em que votamos lá.

Dia 100 - Besakhi Temple, Penglipuran Village e Pura Tirta Empul Temple

Hoje fizemos um tour de carro por alguns pontos turístico na região de Ubud. Contratamos um morotorista que passou o dia todo conosco e custou U$25,00.

O passeio começou confuso, porque o guia não queria nos levar ao Templo Besakhi, que é o maior e mais antigo da região, além de ficar ao pé do Monte Agung, o vulcão, que entrou em erupção em novembro de 2017, mas apenas com fumaças. A conversa era de que as pessoas no templo eram muito agressivas com os turistas que queriam cobrar coisas extras e desnecessárias. Entramos no trip, rapidamente e vimos alguns relatos como esse mesmo. Ficamos super na dúvida se iríamos ou não, mas decidimos arriscar. 

Quando chegamos, estava tudo muito tranquilo e organizado. Pagamos U$4,80, por pessoa, no bilhete da entrada. que incluía a subida até a entrada de mototaxi e mais um guia para nos acompanhar. Ao final, a gorjeta ficaria a nosso critério.

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Chegamos à conclusão de que as resenhas que vimos na internet deviam ser um pouco mais antigas, e que o motorista não queria nos levar, porque fica um pouco longe. Infelizmente, sentimos em vários momentos, a tentativa de nos enganarem, com informações e principalmente, com os preços dos táxis e passeios.

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Voltando ao Besakhi, o templo é lindo! Vale a pena chegar cedo para ter mais chance de ver o vulcão, já que ele passa grande parte do dia encoberto pelas nuvens. Como sair muito cedo de casa, com os meninos, é algo bem impossível, acabamos ficando sem ver o Monte Agung.

De lá, o guia nos levou para almoçar em um restaurante à beira de um terraço de arroz, ao pé do vulcão (que não conseguimos ver, pois, como disse, estava encoberto).

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Deus Ganesha

Eu: Antonio, quem é esse elefante

Antonio: é um deus hindu.

Eu: Gabriel, quem é esse elefante

Gabriel: é o Janjão

No caminho de volta, paramos em Penglipuran Village, uma vila tradicional, com suas casinhas e templos preservados. Um lugar bem agradável, para uma parada rápida.

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Nossa última parada foi no Pura Tirta Empul Temple, que é famoso por sua piscina com fontes para o ritual da purificação. Além disso, a construção do templo é bem bonita e há uma nascente no seu interior.

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Passeamos por lá, e fizemos o ritual para entender um pouco mais sobre a cultura e religião hindu, aqui de Bali. Ao entrar na piscina, é preciso fazer uma oração e se banhar em cada fonte, começando da esquerda para a direita. No meio, há 2 fontes diferentes, que não devemos utilizar.

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Eles emprestam sarong para entrar no templo, mas esses não podem ser utilizados na água. Assim, o melhor é levar o próprio. Adoramos a experiência do ritual.

Ao final do dia, o plano era passar o Tegalang Rice Terrace, mas com o transito desse lugar, acabou não dando tempo.

Ah, hoje resolvemos mudar de hotel e ficar mais no centro. Encontramos um ao lado da Monkey Forest, o Wenara Bali Bangalows. Estávamos na dúvida se entraríamos na floresta com os meninos, porque os macacos podem morder. Em geral eles só atacam quando se sentem ameaçados e quando vêem garrafas de água ou comida conosco. Mas estávamos bem receosos. Esse hotel foi um achado, porque os macacos passeavam por nossa sacada, e próximo ao restaurante no café da manhã e os meninos puderam curtir os animaizinhos com um pouco mais de tranquilidade.

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19/07/2018